- O presidente do Parlamento do Irã, Mohammad Bagher Ghalibaf, afirmou que os EUA violaram o cessar-fogo ao atacarem lanchas de ataque rápido em Ormuz e prometeu manter o bloqueio da via.
- Ghalibaf disse que o Irã ainda nem começou sua resistência às medidas americanas e que está surgindo uma “nova equação” para o estreito.
- O Irã já havia fechado Ormuz ao tráfego comercial no fim de fevereiro, e desde então o fluxo de navios diminuiu, com ataques a embarcações tentando passar.
- Os EUA afirmaram ter destruído sete lanchas iranianas em Ormuz no início da nova operação para reabrir a passagem; Teerã negou o incidente num primeiro momento.
- A operação norte-americana, chamada “Projeto Liberdade”, visa guiar navios comerciais pela via com navios de guerra; no primeiro dia, dois navios teriam furado o bloqueio, segundo o Exército dos EUA.
O Irã acusa os EUA de violarem o cessar-fogo com ataques a lanchas de ataque rápido no Estreito de Ormuz. O país promete resistir às medidas norte-americanas que visam reabrir a rota marítima de Navios comerciais. A afirmação foi feita pelo presidente do Parlamento, Mohammad Bagher Ghalibaf.
Ghalibaf disse que os ataques dos EUA constituem violação da trégua e que o Irã manterá o status quo de bloqueio da via para pressionar Washington. Ele afirmou, em publicação no X, que a nova equação do estreito já se consolida e que a segurança da navegação está nas mãos dos EUA e aliados.
Apesar da crítica, o Irã fechou Ormuz para tráfego comercial no fim de fevereiro, em meio à intensificação do conflito com os EUA e Israel. Desde então, o tráfego diminuiu, com ameaças e ataques a navios que tentavam passar pela região.
À tona, crescem temores de uma retomada da escalada no Oriente Médio. Nesta segunda-feira, EUA e Irã trocaram ataques pontuais em Ormuz. Em resposta, os Emirados Árabes Unidos atribuíram aos iranianos um bombardeio com mísseis e drones, segundo relatos da região.
O governo americano informou ter destruído sete lanchas iranianas durante a operação iniciada para reabrir Ormuz, chamada Projeto Liberdade. O Irã negou inicialmente o incidente, depois reconheceu ações de defesa ao bloqueio.
Segundo os EUA, dois navios conseguiram furar o bloqueio no primeiro dia da operação. A ofensiva envolve a escolta de embarcações comerciais por navios de guerra, buscando manter a passagem pelo estreito.
Contexto atual aponta para uma disputa persistente pela navegação no Estreito de Ormuz. Governo iraniano reforça que manterá a pressão até que haja mudanças na abordagem norte-americana. Fatos ainda estão se desenrolando na região.
Fontes: informações de autoridades iranianas, relatos de agências internacionais e cobertura de Reuters sobre os acontecimentos.
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