- O presidente do Parlamento do Irã, Mohammad Bagher Ghalibaf, afirmou que o conflito com os EUA no Estreito de Ormuz “ainda nem começou”.
- Ghalibaf disse que a nova equação do Estreito de Ormuz está se consolidando e que a continuidade da situação atual é insustentável para os EUA, enquanto ainda não começaram ações.
- Ele acusou Washington e aliados de colocar em risco a segurança da navegação e do transporte de energia, com violação do cessar-fogo e imposição de bloqueio naval.
- O governo dos EUA, liderado pelo presidente Donald Trump, anunciou um cessar-fogo de duas semanas em abril, com a possibilidade de extensão, mas o acordo tem sido marcado por acusações de violações.
- Ormuz é uma rota estratégica que responde por cerca de 20% do petróleo mundial, com o Irã buscando ampliar o controle sobre a passagem e os EUA defendendo a reabertura total.
O Irã afirma que o conflito com os EUA no Estreito de Ormuz “ainda nem começou”, segundo declaração de Mohammad Bagher Ghalibaf, presidente do Parlamento iraniano. Ele acusa Washington de violar o cessar-fogo e impor bloqueio naval, colocando em risco a segurança da navegação e do transporte de energia.
Ghalibaf afirmou, em publicação no X, que a nova configuração do Estreito de Ormuz está se consolidando. Segundo ele, a continuidade da situação atual seria insustentável para os EUA, enquanto o Irã ainda não iniciou a resposta.
O tom da escalada ocorre em meio a negociações sobre um cessar-fogo entre Teerã e Washington. O acordo temporal foi anunciado por Trump em 7 de abril, com extensão proposta após duas semanas, mas tem sido marcado por acusações de violações de ambos os lados.
Em abril, o governo americano ordenou o bloqueio de portos iranianos para pressionar o acordo, prática apontada pela imprensa como prejudicial à economia iraniana. Dados do Pentágono citados pela imprensa indicam impactos financeiros significativos ao Irã.
Ormuz é uma rota estratégica que movimenta aproximadamente 20% do petróleo comercializado mundialmente. A região figura como ponto central de tensões, com EUA defendendo a reabertura total da via e o Irã buscando maior controle sobre a navegação.
Entre na conversa da comunidade