- Na segunda-feira, apenas quatro navios atravessaram o Estreito de Hormuz, frente aos cerca de cento e quarenta diários antes da guerra.
- A Maersk informou que uma de suas embarcações, com bandeira dos Estados Unidos, passou pelo estreito; o Comando Central registrou dois navios comerciais americanos atravessando a rota.
- O presidente Donald Trump sugeriu um “Projeto Liberdade” para guiar navios pelo estreito, mas o plano teve poucos detalhes e gerou dúvidas sobre como funcionaria na prática.
- Há relatos de ataques: drones e mísseis atingiram alvos no Golfo, incluindo um petroleiro ligado à ADNOC; um navio sul-coreano pegou fogo após uma explosão.
- Empresas de navegação seguem receosas, com muitos navios presos e o custo de seguro elevado, enquanto líderes e entidades do setor chamam por cooperação para restabelecer a passagem.
Empresas de navegação enfrentam incertezas no Estreito de Hormuz, com o estreito ainda sob controle iraniano desde o início da Guerra no Golfo Pérsico. Na segunda-feira, apenas quatro navios cruzaram a via, bem abaixo dos cerca de 130 diários antes do conflito. O governo norte-americano propôs um esquema de travessia guiada, o Projeto Liberdade, mas ainda sem detalhes práticos.
O alto comando americano informou que navios de guerra abateram mísseis de cruzeiro e drones lançados pelo Irã contra embarcações comerciais. Dois navios americanos teriam atravessado o estreito, incluindo um transportador de veículos de bandeira dos EUA, segundo relatos de agências de notícias.
empresas de navegação relataram relutância em enviar navios pela região, citando riscos e a necessidade de coordenação com o Irã. O governo iraniano pediu que navios comerciais se abstenham de trânsito sem autorização militar, ampliando a incerteza sobre a passagem.
Situação no Estreito
O estreito continua com dezenas de navios presos ou desviando rotas, afetando o fluxo de petróleo e gás natural. A Maersk afirmou ter recebido apoio das Forças Armadas dos EUA para permitir a passagem de um de seus navios, ainda que em meio a restrições.
Especialistas ressaltam que, sem acordo com o Irã, os custos de seguro e o risco de ataques permanecem elevados. Analysts indicam que o Projeto Liberdade pode facilitar a passagem de alguns navios, mas dificilmente reabriria Hormuz de forma plena rapidamente.
A Organização Marítima Internacional estima que milhares de marinheiros estão retidos no Golfo, com condições humanitárias precárias. Profissionais do setor destacam que a crise exige negociação internacional para restabelecer a liberdade de navegação.
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