- Nova resolução do Conselho de Segurança da ONU, co-patrocinada pelos Estados Unidos e por países do Golfo, ameaça o Irã com sanções sob o Capítulo Sete caso continue ataques a navios no Estreito de Ormuz, impondo também a divulgação de localizações de minas e o fim de pedágios ilegais.
- O texto busca estabelecer rapidamente um corredor humanitário no estreito para facilitar a entrega de ajuda vital, fertilizantes e outros bens.
- A iniciativa sucede a veto de uma resolução anterior, que visava abrir o estreito, por China e Rússia, em abril.
- O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que o Irã mantém a economia mundial refém ao tentar fechar o estreito e cobrar pedágios; a expectativa é de votação nos próximos dias com apoio amplo.
- A proposta, elaborada com base no Capítulo Sete, afirma o direito de defesa dos navios e impede que outros Estados auxiliem o Irã no fechamento do estreito ou na cobrança de pedágios.
O Conselho de Segurança da ONU avalia uma resolução para pressionar o Irã a cessar ataques a navios no Estreito de Ormuz, interromper cobranças de pedágios e revelar a localização de minas. O texto também defende a criação de um corredor humanitário.
O projeto, co-patrocinado pelos Estados Unidos e por países do Golfo, requer que o Irã coopere com as tentativas da ONU para estabelecer o corredor, facilitando a entrega de ajuda, fertilizantes e outros insumos vitais.
A proposta, obtida pela Associated Press, sustenta a adoção de medidas para proteger a navegação e preservar o direito dos Estados de defenderem seus navios. A discussão ocorre após veto de uma resolução anterior.
Detalhes da proposta
A nova versão baseia-se no Capítulo 7 da Carta da ONU, abrindo margem para aplicação de sanções proporcionais. A medida busca evitar que o Irã utilize o estreito como meio de pressão econômica ou geopolítica.
A resolução afirma que outros países não devem apoiar o fechamento do estreito nem facilitar eventuais pedágios. O texto também reafirma o direito de navegação segura para todos os Estados.
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