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Plano dos EUA para guiar navios por Ormuz é temporário, diz Hegseth

Plano americano para guiar navios para fora do Estreito de Ormuz é temporário, distinto da operação Epic Fury e com missão defensiva de duração limitada

Secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth, realiza uma coletiva de imprensa na Sala de Imprensa do Pentágono
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  • O Secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, afirmou que o Projeto Liberdade para guiar navios por fora do Estreito de Ormuz é temporário, separado da operação Epic Fury e tem natureza defensiva com duração limitada.
  • Segundo ele, a missão é proteger a navegação comercial inocente da agressão iraniana.
  • Dois navios americanos já atravessaram o estreito e outros seis que tentaram violar o bloqueio aos portos iranianos foram impedidos.
  • O contexto regional envolve um conflito entre Estados Unidos e Israel contra o Irã, que começou em vinte e oito de fevereiro após ataques que extremaram a tensão na região, incluindo retaliações do Irã contra diversos países.

O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, afirmou no Pentágono nesta terça-feira que o plano para guiar navios fora do Estreito de Ormuz é temporário e separado da operação em curso na região. Segundo ele, o projeto tem natureza defensiva, com duração limitada e foco na proteção da navegação comercial inocente frente à agressão iraniana.

Hegseth informou ainda que dois navios comerciais americanos já realizaram a travessia pelo estreito, enquanto outros seis que tentaram violar bloqueios portuários foram impedidos de seguir adiante. A declaração destacou a distinção entre o esforço atual e a operação Epic Fury.

O contexto regional envolve um conflito que se intensificou após ataques entre EUA, Israel e o Irã. O Irã, por sua vez, tem respondido com ataques a diferentes alvos na região, incluindo países vizinhos, segundo informações oficiais.

Ao longo do conflito, houve registro de mortes entre civis no Irã e entre militares dos EUA, com danos a infraestrutura de defesa e várias ações militares relatadas. A coleta de informações varia entre fontes oficiais e organizações independentes.

No Líbano, o confronto também se ampliou, com ações do Hezbollah contra Israel e ações militares de resposta de Israel. Com o avanço do conflito, lideranças regionais passaram por mudanças, incluindo a escolha de Mojtaba Khamenei como líder supremo do Irã, segundo fontes oficiais.

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