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Secretário dos EUA afirma que intervenção em Cuba não ocorrerá por ora

Secretário de Estado dos EUA sinaliza intervenção em Cuba, mas afirma que não será hoje; embargo e crise energética fortalecem críticas ao regime cubano

Marco Rubio é secretário de Estado dos EUA | Reprodução/X
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  • Em coletiva na Casa Branca na terça-feira, 5, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, disse que a intervenção em Cuba está no radar, mas “não agora”.
  • Rubio classificou a manutenção do regime cubano como inaceitável e chamou o governo de cubano de “comunistas incompetentes”.
  • Ele comentou sobre o embargo de petróleo imposto pelos EUA para pressionar a economia cubana, relacionado à crise venezuelana que reduziu o fornecimento de combustível.
  • O envio de petróleo para Cuba era, segundo o secretário, gratuito para o país e era revendido para financiar a cúpula do regime; a situação mudou com restrições globais de energia e a suspensão de fluxos.
  • Rubio lembrou que Cuba fica a cerca de cento e quarenta quilômetros da Flórida e é considerado território amigável a adversários dos EUA, como Rússia e China, mas afirmou que o status atual é inaceitável e será tratado, sem previsão de ação imediata.

O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou nesta terça-feira na Casa Branca que a manutenção do governo cubano é inaceitável e que uma intervenção americana está no radar, mas não neste momento. Rubio foi questionado sobre o embargo a Cuba e a suspensão de petróleo. A declaração ocorreu durante coletiva de imprensa.

Rubio disse que o regime cubano é liderado por pessoas que não conseguem resolver os problemas do país, descrevendo o modelo econômico como ineficaz. Segundo ele, a gestão atual não consegue consertar a situação, e o regime seria incompatível com os interesses dos Estados Unidos.

O relato do secretário aponta que Cuba permanece a cerca de 140 km da Flórida, mantendo relação com adversários dos EUA como Rússia e China. Rubio destacou que o status quo é inaceitável e que os EUA devem agir, embora sem data definida para mudança.

Contexto e sanções

Autoridades americanas anunciaram novas sanções a Cuba, mirando autoridades, empresas e instituições financeiras que mantiveram relações com o país caribenho. Díaz-Canel respondeu dizendo que Cuba não representa uma ameaça extraordinária e se apresenta como um país de paz.

Desde a interrupção do fluxo de petróleo venezuelano, país que era o principal fornecedor, Cuba enfrenta escassez de combustível e interrupções de voos. As mudanças ocorreram com a captura de Nicolás Maduro e pressão da Casa Branca sobre a Venezuela.

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