- Donald Trump renovou críticas ao Papa Leão XIV, afirmando que seus comentários sobre a guerra com o Irã colocam muitos católicos em perigo.
- A declaração foi dada em entrevista ao apresentador de rádio Hugh Hewitt, que foi ao ar nesta segunda-feira.
- O ministro italiano das Relações Exteriores, Antonio Tajani, disse que ataques ao Santo Padre são inaceitáveis e reforçou apoio ao Papa.
- O secretário de Estado do Vaticano, cardeal Pietro Parolin, afirmou que o Papa já respondeu às críticas, mantendo seu papel de promover a paz.
- O desentendimento ocorre dois dias antes de um encontro entre o Papa Leão XIV e o secretário de Estado americano, Marco Rubio, no Palácio Apostólico do Vaticano.
Donald Trump voltou a criticar o Papa Leão XIV, afirmando que suas declarações sobre o Irã colocam católicos em risco. A fala foi dada durante entrevista a um apresentador de rádio conservador e ocorreu dois dias antes de um encontro no Vaticano com o secretário de Estado americano, Marco Rubio, previsto para esta semana.
Segundo o presidente dos EUA, o pontífice estaria perguntando apenas sobre a normalização da situação iraniana, sem considerar os riscos de uma arma nuclear. Trump afirmou que, na visão dele, o papa parece aceitar o Irã com arma nuclear, o que geraria perigo para fiéis e outras pessoas.
Reações diplomáticas chegaram rapidamente. O ministro italiano das Relações Exteriores afirmou que ataques contra o Papa não são aceitáveis nem ajudam a promover a paz, sem mencionar diretamente Trump. O cardeal Pietro Parolin, secretário de Estado do Vaticano, disse que Leão XIV já respondeu à situação, destacando que o papa busca promover a paz.
Contexto adicional aponta que Leão XIV vem defendendo o diálogo e se opõe à escalada do conflito no Oriente Médio, mantendo o foco na diplomacia. O Vaticano não detalhou novas declarações sobre o tema neste momento.
O episódio ocorre em meio à proximidade do encontro entre o Papa Leão XIV e Marco Rubio, marcado para o Palácio Apostólico, alvo de expectativa diplomática. O objetivo formal do encontro não foi divulgado, mas a reunião é vista como parte de um esforço para reduzir tensões regionais.
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