- A China pediu cessar-fogo imediato e abrangente no Oriente Médio e reforçou o papel do país para reduzir tensões e buscar a paz na região.
- O Ministério das Relações Exteriores reiterou apoio a esforços urgentes para encerrar o conflito, retomar negociações e restaurar a paz e a segurança.
- A declaração saiu após a reunião entre os ministros das Relações Exteriores da China e do Irã em Pequim.
- O porta-voz Lin Jian afirmou que o cessar-fogo é urgentemente necessário e que a retomada das hostilidades deve ser evitada.
- A visita do ministro iraniano Araqchi a China é a primeira desde o início do conflito que envolveu EUA e Israel contra o Irã; o secretário do Tesouro dos EUA pediu que a China intensifique a diplomacia para abrir o Estreito de Ormuz.
O Ministério das Relações Exteriores da China pediu um cessar-fogo imediato e abrangente no Oriente Médio, após a reunião entre autoridades chinesas e iranianas em Pequim. O objetivo é reduzir tensões e retomar negociações para restaurar a paz na região.
A coletiva de imprensa contou com o porta-voz Lin Jian, que afirmou ser urgente evitar a retomada das hostilidades. Pequim reiterou o compromisso de diminuir as tensões e ampliar seu papel na paz e na estabilidade regional.
A visita do ministro iraniano Araqchi a Pequim, anunciada pela Xinhua, marca sua primeira viagem à China desde o agravamento do choque entre EUA, Israel e Irã, que impacta a segurança energética global.
O conflito chegou a comprometer o abastecimento de petróleo, encarecendo e desorganizando mercados. A China, maior importador mundial, busca atuação diplomática para reduzir impactos no abastecimento.
Contexto internacional
O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, pediu que a China intensifique esforços diplomáticos para persuadir o Irã a abrir o Estreito de Ormuz à navegação. Ele mencionou que líderes dos EUA e da China devem tratar do tema em Pequim.
Bessent destacou a expectativa de manter estável a relação entre EUA e China após a trégua comercial de outubro. Também sinalizou que a China e a Rússia deveriam apoiar iniciativas da ONU para proteger a navegação no estreito.
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