- O embaixador palestino no Reino Unido, Husam Zomlot, pediu ao governo que ajude o British Museum a reinstalar a palavra “Palestinian” nos textos das paredes.
- Zomlot levou a demanda ao Foreign & Commonwealth Office, segundo o Guardian, chamando a remoção de “Palestinian” de uma forma de apagamento.
- Em fevereiro, o Telegraph informou que o grupo UK Lawyers for Israel pressionou o museu a retirar a palavra, dizendo que ela erases mudanças históricas e cria uma impressão de continuidade falsa.
- O museu afirmou que usa a terminologia da ONU em mapas de fronteiras modernas e que “Palestinian” é usado como identificador cultural ou étnico quando apropriado; negou ter removido a palavra dos textos, alegando que ela aparece em outras partes.
- O Guardian afirmou que a declaração do museu divergia de fotos que mostram mudanças; Zomlot disse ter recusado um passeio com o diretor do museu, acreditando que não haveria mudanças concretas.
O embaixador da Palestina no Reino Unido pediu ao governo que ajude o British Museum a reinserir a palavra Palestinian em seus textos nas paredes. A reclamação foi apresentada ao Foreign & Commonwealth Office, segundo a imprensa britânica.
Em fevereiro, o Telegraph informou que o grupo UK Lawyers for Israel pressionou o museu a retirar o termo, afirmando que o uso de Palestinian erodiria mudanças históricas e criaria uma impressão de continuidade falsa. A palavra já havia figurado em mapas exibidos pela instituição.
O museu não confirmou a remoção da palavra, alegando à Guardian que o termo segue aparecendo em outras áreas do museu e no site. A reportagem, contudo, destacou evidências fotográficas que apontam alterações. Zomlot afirmou que recusou um tour com o diretor do museu, Nicholas Cullinan, pois não esperava mudanças concretas.
Zomlot descreveu o tema como político, jurídico e histórico, afirmando que a supressão de referências à Palestina afeta o presente ao apagar o passado. O embaixador comunicou-se com o governo para buscar esclarecimentos e possível reversão da decisão.
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