- Macron afirmou ter conversado com o presidente iraniano Masoud Pezeshkian, reforçando a importância de liberar a navegação no Estreito de Ormuz.
- O presidente francês disse ter incentivado o Irã a considerar planos da França e do Reino Unido para uma missão internacional que assegure uma navegação segura pela via marítima.
- Macron disse ter convidado Pezeshkian a aproveitar a oportunidade e pretende discutir o tema com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
- A mídia estatal iraniana disse que Pezeshkian afirmou que o Irã, dentro da estrutura das leis internacionais, está preparado para seguir caminhos diplomáticos para encerrar a guerra.
- O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã confirmou que o país analisa uma proposta dos EUA para encerrar o conflito e apresentará a posição ao mediador Paquistão; Trump afirmou que, se o Irã cumprir o acordado, a Operação Fúria Épica terminará e Ormuz será reaberto.
Emmanuel Macron afirmou ter mantido novas conversas com o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, nesta quarta-feira. O tema central foi a garantia de navegação segura no Estreito de Ormuz e a necessidade de cooperação internacional para essa via marítima estratégica.
Segundo o relato, o presidente francês reforçou a importância de liberar a passagem no estreito e incentivou o Irã a considerar planos de França e do Reino Unido para uma missão internacional de segurança naval. A medida visa reduzir tensões na região.
Pezeshkian, segundo a mídia estatal iraniana, reiterou que o Irã está disposto a seguir caminhos diplomáticos, dentro da lei internacional, para encerrar o conflito e atender aos direitos do povo iraniano. Desconfiança em relação aos EUA foi mencionada.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmail Baghaei, confirmou que Teerã analisa uma proposta norte-americana para encerrar a guerra e levará a posição ao mediador Paquistão, conforme a agência ISNA.
Donald Trump afirmou que, caso o Irã aceite o acordo, a operação militar Fúria Épica pode terminar e a navegação em Ormuz seria reaberta para todos. A guerra no Oriente Médio já durava mais de dois meses.
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