- Teresa Regina de Ávila e Silva, mãe do ativista Thiago Ávila, morreu na tarde de terça-feira, em Brasília, aos 63 anos, após apresentar quadro grave de saúde.
- Thiago Ávila, defensor ambiental, estava a bordo de um navio da Global Sumud Flotilla e foi levado à força por militares israelenses, acompanhado pelo palestino-espanhol Saif Abukeshek.
- O grupo brasileiro seguia de Barcelona para Gaza e, após a interceptação, foi transferido para a Grécia. A viagem teve início em 12 de abril.
- O Tribunal de Magistrados de Ashkelon prorrogou a prisão de Ávila até o próximo domingo, 10, conforme decisão do juiz Yaniv Ben-Haroush.
- Entidades da Palestina consideram a detenção ilegal e denunciam violência física e psicológica atribuída às autoridades israelenses para coação de detidos.
Teresa Regina de Ávila e Silva, mãe do ativista Thiago Ávila, morreu na tarde de terça-feira (5) em Brasília, aos 63 anos, após enfrentar um grave quadro de saúde. A família reforçou a força e a dedicação de Teresa diante da doença. Thiago é um dos sete brasileiros da Global Sumud Flotilla (GSF) e esteve envolvido na organização da missão solidária.
A instituição ligada a Thiago destacou, nas redes, a alegria, a memória marcante e a determinação de Teresa, que também era mãe da agente de polícia Luana de Ávila, vice-presidente do Sinpol-DF. Em memória à mãe, Thiago batizou a filha de dois anos com o nome de Teresa Regina, em homenagem.
Mãe de Thiago Ávila morre em Brasília
Segundo informações, Teresa enfrentou anos de adoecimento com coragem e dignidade, cercada pela família. A família ressalta o cuidado e a atenção dedicados a Teresa nos últimos dias, até o falecimento.
Brasileiro detido pela guarda israelense
Ávila estava a bordo de um navio da GSF quando foi levado à força por militares israelenses, acompanhando o palestino-espanhol Saif Abukeshek. Eles foram separados do grupo e transferidos para a Grécia. A embarcação partiu de Barcelona em 12 de abril com destino a Gaza.
Nessa terça-feira, o Tribunal de Magistrados de Ashkelon prorrogou a prisão de Ávila até o próximo domingo (10). A detenção é contestada por entidades palestinas que relatam abusos durante a detenção. A nave navegava próximo a Creta, em águas internacionais, quando interceptada. A missão do grupo brasileiro era distribuir alimentos e itens básicos a Gaza.
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