- Um homem infectado com hantavírus está sendo tratado em Zurique, Suíça.
- O paciente havia retornado ao país após ter sido passageiro de um cruzeiro onde houve surtos do vírus.
- No cruzeiro partindo de Ushuaia, Argentina, ao menos três pessoas morreram; o navio permanece próximo a Cabo Verde, na costa africana, com outras sete adoecidas.
- A Espanha disse que o navio atracaria nas Ilhas Canárias, mas o líder local rejeitou o atracamento; a Organização Mundial da Saúde menciona a possibilidade de transmissão rara entre pessoas, com risco geral baixo.
- A OMS explica que o hantavírus é transmitido principalmente por roedores; a transmissão entre humanos é incomum e não pode ser descartada a exposição durante excursões a bordo.
O governo suíço informou que um homem infectado com hantavírus está recebendo tratamento em Zurique. O paciente retornou à Suíça após viajar como passageiro de um cruzeiro com surto do vírus.
O navio, que partiu de Ushuaia, na Argentina, em direção a Cabo Verde, teve pelo menos três mortes relacionadas ao hantavírus. O cruzeiro permanece perto de Cabo Verde, sem permissão para desembarque.
Sete pessoas adoeceram a bordo. Um casal de holandeses e um alemão morreram. Um passageiro britânico está internado na UTI na África do Sul. A tripulação e outros passageiros permanecem confinados em seus quartos.
Situação do navio e deslocamentos
A Organização Mundial da Saúde informou que pode ter ocorrido uma transmissão rara entre pessoas em alto-mar. Ela destacou que o risco para a população em geral é baixo, mas não descartou a possibilidade de exposição durante excursões.
A OMS também mencionou que há indícios de que o casal infectado possa ter contraído o hantavírus antes de embarcar. A agência ressalta a importância de monitorar contatos próximos entre passageiros e tripulantes.
O hantavírus é transmitido principalmente por roedores, por meio de urina, fezes ou saliva. A transmissão entre humanos é incomum, mas a OMS não exclui casos de transmissão pessoa a pessoa em situações de proximidade prolongada.
Uma especialista da OMS destacou a necessidade de vigilância contínua e de manter as avaliações atualizadas sobre o surto. O governo suíço não informou alterações em medidas de segurança a bordo nem em vistos de desembarque.
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