Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Artista israelense pressionou a Bienal de Veneza antes da renúncia do júri

Artista israelense acusa discriminação racial e antissemita; ameaça levar caso ao Tribunal Europeu de Direitos Humanos, após a renúncia do Júri da Bienal de Veneza

Israel's Venice Biennale pavilion.
0:00
Carregando...
0:00
  • Belu-Simion Fainaru, representante de Israel na Bienal de Veneza, teria pressionado os organizadores antes da renúncia do júri na semana passada.
  • Adnkronos publicou relatos de que o artista alegou discriminação racial e antissemitismo e ameaçou levar o caso ao Tribunal Europeu dos Direitos Humanos.
  • A Biennale informou aos jurados que poderiam ser responsabilizados por danos em eventual disputa.
  • Hyperallergic confirmou as ameaças legais feitas pelo artista; a assessoria da Biennale confirmou as alegações, mas não comentou mais.
  • O New York Times revela que Fainaru disse ter sido discriminado por questões raciais e que deve ser avaliado pela qualidade da arte, não pela origem ou raça.

Belu-Simion Fainaru, artista representando Israel na recently aberta Bienal de Veneza, teria pressionado os organizadores pouco antes da renúncia do júri ocorrida na semana passada. O episódio envolve tensões entre a delegação israelense e a comissão curatorial no evento veneziano.

Segundo relatos de agências, Fainaru teria contestado processos internos e levantado questões sobre discriminação racial e antissemitismo. A instituição chegou a sinalizar que membros do júri poderiam ser responsabilizados por danos em disputas legais.

A reportagem do Hyperallergic confirmou, com a confirmação de uma porta-voz da Bienal, que houve ameaças legais atribuídas ao artista, mas não comentou outros detalhes. A presença de risco de ação jurídica é indicada como parte do que cercou a saída do júri.

Fontes do New York Times mencionaram, em descrição publicada, que o artista afirmou sofrer discriminação com base na raça e pediu que sua obra fosse avaliada pela qualidade e pela mensagem, não pela sua origem. A Bienal não confirmou ou comentou o teor dessas declarações.

Desdobramentos

A organização da Bienal informou que o júri deixou o cargo de forma repentina, sem detalhar motivações. A gestão destacou que manterá a conformidade institucional e continuará a conduzir a mostra conforme planejado, com comunicação futura prevista.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais