- O ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez, afirmou que as ações dos EUA contra Cuba não são aceitáveis e podem levar a consequências graves, incluindo “um banho de sangue”.
- A declaração foi dada em entrevista à ABC News, após os EUA anunciarem sanções ao GAESA, conglomerado militar cubano.
- Rodríguez disse que os Estados Unidos escolheram um caminho perigoso e podem enfrentar uma catástrofe humanitária e perdas de vidas cubanas e de jovens americanos.
- O governo cubano já rejeitou as sanções anunciadas por Washington e prometeu responder a qualquer tentativa de agressão, mantendo oposição ao embargo econômico.
- Em defesa das medidas, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que as sanções não são contra o povo cubano, mas contra a GAESA, acusando a empresa de beneficiar um small grupo.
O ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez, afirmou que as ações dos Estados Unidos contra o país caminham para um caminho perigoso que pode resultar em consequências graves para Cuba, incluindo um banho de sangue. A declaração foi feita em entrevista à ABC News, transmitida na quinta-feira (7).
Rodríguez comentou sobre as sanções dos EUA ao GAESA, grupo empresarial de origem militar que controla diversas empresas cubanas. O governo americano amplificou restrições após Trump sinalizar possíveis mudanças no controle de Cuba.
A defesa cubana sustenta que as ações dos EUA representam agressão econômica com efeitos extraterritoriais, e que o embargo histórico é rejeitado pelo país. Em resposta, Cuba promete enfrentar qualquer tentativa de agressão.
A Casa Branca anunciou novas sanções, ampliando o foco para setores como energia, mineração, segurança e defesa, além de indivíduos que apoiam o governo cubano. As medidas seguem um pacote anterior de restrições.
Em Washington, o secretário de Estado, Marco Rubio, defendeu as sanções durante uma coletiva em Roma. Rubio afirmou que as medidas visam a GAESA, não o povo cubano, e que a empresa teria atuação que beneficia poucos à custa do povo.
Anteriormente, o governo cubano já havia rejeitado as declarações de Trump sobre uma possível mudança de poder em Cuba. Nova repressão econômica é classificada como ferramenta de pressão pelo governo cubano.
Reações internacionais
O Ministério das Relações Exteriores de Cuba reiterou oposição às sanções e às medidas extraterritoriais. Em comunicado, o governo cubano ressaltou que tais ações podem ampliar o bloqueio e afetar empresas estrangeiras ligadas a Cuba indiretamente.
Perspectivas
Não há informações sobre possíveis mudanças na política externa dos EUA nesse momento. As autoridades cubanas afirmam manter a postura de resistência a sanções e a pressões externas. Taxas adicionais ainda não foram confirmadas.
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