- Os Emirados Árabes Unidos disseram que estão combatendo ataques de mísseis e drones vindos do Irã, segundo comunicado do ministério da Defesa.
- Sons de explosões foram ouvidos no país durante operações contínuas de engajamento com mísseis e drones, informou o ministério no X.
- A população foi aconselhada a manter a calma e a seguir as instruções de segurança emitidas pelas autoridades competentes.
- Os Emirados haviam declarado espaço aéreo livre de ameaças em 9 de abril, coincidindo com o início do cessar-fogo entre os EUA e o Irã, mas continuaram interceptando ataques.
- Os Emirados Árabes Unidos sofreram mais ataques aéreos vindos do Irã nos últimos dois meses do que qualquer outro país.
Os Emirados Árabes Unidos afirmaram nesta sexta-feira que estão combatendo ataques de mísseis e drones originados do Irã, segundo comunicado do Ministério da Defesa. O relato foi feito pela manhã e não detalha vítimas.
O ministério informou, via X, que houve “operações contínuas de engajamento com mísseis e drones”. A mensagem orientou a população a manter a calma e seguir as instruções de segurança emitidas pelas autoridades competentes.
Em abril, os Emirados haviam declarado seu espaço aéreo livre de ameaças, coincidindo com o início de um cessar-fogo entre EUA e Irã, mas seguiram interceptando ataques. Segundo dados oficiais, Abu Dhabi sofreu mais ataques aéreos vindos do Irã do que qualquer outro país nos últimos dois meses.
Contexto regional
O conflito no Oriente Médio envolve Estados Unidos, Israel e Irã, com ataques e retaliações entre os países. Segundo fontes, as hostilidades foram ampliadas para vários países da região, incluindo Emirados, Kuwait, Arábia Saudita, Catar, Bahrein, Jordânia, Iraque e Omã.
Relatos indicam que milhares de civis morreram ou ficaram feridos desde o início do conflito. As fontes oficiais divergem quanto ao número exato de baixas entre civis e militares, refletindo a complexidade da crise regional.
Alguns analistas apontam que o novo líder supremo iraniano, Mojtaba Khamenei, representa continuidade da linha rígida do regime, sem indicar mudanças estruturais de curto prazo. Observadores destacam impactos diplomáticos e estratégicos para aliados da região.
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