- EUA removeram todo o urânio enriquecido da Venezuela, utilizado em pesquisas em um reator desativado.
- O anúncio foi feito pela embaixada dos EUA em Caracas.
- Com apoio da Agência Internacional de Energia Atômica, 13,5 quilos de urânio foram transferidos aos Estados Unidos por navio.
- O material foi levado em um contêiner especial que impede o vazamento de radiação.
- O urânio enriquecido estava acima do limite de 20% e era utilizado em pesquisas científicas na década de 1990.
A embaixada dos Estados Unidos em Caracas informou que todo o urânio enriquecido presente na Venezuela foi removido. A operação envolveu o uso de um navio para traslado internacional. O material era utilizado em pesquisas em um reator hoje desativado no país.
A Agência Internacional de Energia Atômica colaborou com a operação, conforme anúncio oficial. No total, 13,5 quilos de urânio enriquecido foram transferidos para os Estados Unidos. O envio ocorreu dentro de um contêiner especializado para evitar vazamento de radiação.
Segundo a nota da embaixada, o urânio estava enriquecido acima do limite de 20%. As atividades de pesquisa associadas ocorreram na década de 1990, durante o período de funcionamento do reator venezuelano.
Detalhes da operação
O material foi acomodado em um contêiner projetado para segurança radiológica. A transferência foi realizada com a supervisão de autoridades americanas e da IAEA, buscando atender normas internacionais de não-proliferação.
Autoridades venezuelanas não detalharam outros aspectos do processo, limitado a confirmar a conclusão da remoção. A decisão segue padrões de cooperação técnica entre Venezuela, EUA e órgãos internacionais.
Contexto histórico
O urânio era empregado em pesquisas científicas no país há décadas. O reactor desativado já não operava ativamente, e a retirada visa cumprir compromissos de segurança nuclear. A operação reprisa o uso responsável de materiais sensíveis conforme normas internacionais.
Entre na conversa da comunidade