- Movimento de passageiros internacionais no Norte cresceu 37,3% no 1º trimestre de 2026, com 53.545 embarques, ante 38.988 no mesmo período de 2025.
- O total de decolagens internacionais da região subiu de 607 para 682, no mesmo intervalo, um avanço de 12,4%.
- Belém liderou o aumento, com alta de 31,4% e 276 voos internacionais no 1º trimestre de 2026, associada à projeção internacional pela COP-30.
- Principais conexões de Belém são Lisboa (28% das operações) e Zanderij (Suriname) com 18,1%.
- Manaus registrou crescimento de 2%, totalizando 405 decolagens; destinos mais frequentes são Bogotá (29/30%) e Cidade do Panamá (22%).
A movimentação de passageiros para voos internacionais no Norte do Brasil cresceu 37,3% no 1º trimestre de 2026 em relação ao mesmo periodo de 2025. De janeiro a março, foram 53.545 embarques a partir dos aeroportos da região, frente a 38.988 no ano anterior. Os dados são da Anac, compilados pelo Ministério de Portos e Aeroportos.
O incremento ficou acima do ganho de decolagens internacionais, que passou de 607 para 682, um aumento de 12,4%. Ampliação das operações em Belém e Manaus foi o principal motor dessa recuperação, segundo as autoridades.
Belém lidera o avanço
Belém (PA) registrou elevação de 31,4% no número de voos para o exterior no 1º trimestre de 2026, totalizando 276 decolagens. A cidade sediou a COP30 no fim de 2025, o que fortaleceu sua projeção internacional.
Entre as conexões diretas, Lisboa (Portugal) responde por 28% das operações de Belém, seguida por Zanderij (Suriname) com 18,1%. A ampliação de rotas fortalece a conectividade da região.
Manaus consolida presença regional
Manaus (AM) teve crescimento menor, de 2%, com 405 decolagens no período, ante 397 no 1º trimestre de 2025. A capital amazonense mantém operações consolidadas voltadas à América Latina.
Os destinos mais frequentes de Manaus são Bogotá (Colômbia), com 30,8% das operações, e Cidade do Panamá (Panamá), com 22%. O cenário aponta para a manutenção de oferta de assentos diante da demanda de negócios e do turismo ecológico na Amazônia.
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