- O porta-aviões nuclear USS Nimitz chegou ao Rio de Janeiro na quinta-feira, 7 de maio, para exercícios com a Marinha brasileira.
- A embarcação mede cerca de 333 metros e abriga aproximadamente 6 mil pessoas a bordo.
- A visita integra a missão Southern Seas 2026, criada para cooperação naval entre os Estados Unidos e países da região, após passagem por Equador, Chile e Argentina.
- Entre 11 e 14 de maio, militares brasileiros e americanos realizarão treinamentos no litoral fluminense, com navegação, intercâmbio técnico e simulações operacionais no mar.
- O grupo naval que acompanha o Nimitz inclui o destróier USS Gridley e outras unidades, e a aeronave em operação no porta-aviões envolve caças F/A-18 Super Hornet, EA-18G Growler, C-2 Greyhound e helicópteros MH-60 Seahawk.
O porta-aviões nuclear USS Nimitz chegou ao Rio de Janeiro nesta quinta-feira, 7 de maio, para participar de exercícios com a Marinha brasileira. Movido a energia nuclear, o navio de seis mil pessoas tem mais de 300 metros de comprimento e integra a missão Southern Seas 2026, realizada pelos EUA em parceria com países da região.
Antes de aportar no Brasil, o grupo naval passou por Equador, Chile e Argentina, no atual itinerário da operação. Entre 11 e 14 de maio, militares brasileiros e americanos realizarão treinamentos conjuntos no litoral fluminense, incluindo navegação, intercâmbio técnico e simulações operacionais no mar.
Estrutura e capacidades do navio
Comissionado em 1975, o Nimitz é considerado hoje o porta-aviões nuclear mais antigo ainda em atividade no mundo. O navio mede aproximadamente 333 metros de comprimento, equivalente a mais de três campos de futebol, e abriga uma grande tripulação que atua em diversas funções a bordo.
Aeronaves e composição do grupo naval
O navio-base opera caças F/A-18 Super Hornet, aviões de guerra eletrônica EA-18G Growler, aeronaves de transporte C-2 Greyhound e helicópteros MH-60 Seahawk. O grupo que acompanha o Nimitz inclui o destróier USS Gridley e outras unidades da Marinha dos Estados Unidos ligadas à missão no Atlântico Sul.
Contexto da missão
A Southern Seas, criada em 2007, reúne exercícios e cooperações navais entre os EUA e parceiros da região. O objetivo é fortalecer interoperabilidade e capacidades operacionais entre as marinhas envolvidas, por meio de treinamentos conjuntos e compartilhamento de técnicas.
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