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Venezuela reconhece morte de preso político após 9 meses

Venezuela confirma a morte do preso político Víctor Hugo Quero Navas, desaparecido desde janeiro de 2025; faleceu em 24 de julho de 2025 por tromboembolismo pulmonar

Imagem colorida de Carmen Teresa Navas, mãe de Víctor Hugo Quero Navas - Metrópoles
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  • Víctor Hugo Quero Navas, preso político, estava desaparecido desde janeiro de 2025 e morreu em julho do mesmo ano, segundo o governo da Venezuela.
  • Ele foi detido em três de janeiro de 2025 e encaminhado para a Internado Judicial Rodeo I, em Miranda, próximo a Caracas.
  • Em quinze de julho de 2025, foi transferido para o Hospital Militar Dr. Carlos Arvelo, após apresentar hemorragia digestiva alta e síndrome febril aguda.
  • Morreu às vinte e três horas e vinte cinco minutos de vinte e quatro de julho de 2025, devido a insuficiência respiratória aguda secundária a tromboembolismo pulmonar.
  • A família informou autoridades por meio de denúncia, e o Ministério do Poder Popular para o Serviço Penitenciário afirmou que acompanhará a revisão do caso e entregará os restos mortais à família.

O governo da Venezuela informou nesta quinta-feira 8/5 a morte de um preso político detido durante o governo de Nicolás Maduro. Víctor Hugo Quero Navas estava desaparecido desde janeiro de 2025 e morreu em julho do mesmo ano.

Navas foi detido em 3 de janeiro de 2025 e encaminhado para o Internado Judicial Rodeo I, penitenciária de segurança máxima no estado de Miranda, próximo a Caracas. A prisão ocorreu no mês em que houve manifestações e a posse de Maduro para novo mandato.

Detalhes do caso

Segundo o Ministério do Poder Popular para o Serviço Penitenciário, em 15 de julho de 2025 o preso foi transferido para o Hospital Militar Dr. Carlos Arvelo após hemorragia digestiva alta e síndrome febril aguda. Nove dias depois, às 23h25 de 24 de julho, faleceu por insuficiência respiratória aguda secundária a tromboembolismo pulmonar.

O órgão informou que Víctor Hugo não forneceu dados de familiares no momento da prisão. A família buscou informações junto a autoridades e instâncias venezuelanas, após denúncia da mãe, Carmen Teresa Navas. O ministério destacou que está à disposição para a revisão do caso e para a entrega dos restos mortais.

A instituição afirmou que lamenta a morte e que colaborará com as autoridades competentes. Não foram apresentadas explicações adicionais sobre as causas do quadro de saúde que levou ao falecimento.

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