- Ionara Sech, brasileira natural do Ceará que vive na Alemanha há quase oito anos, registrou episódio de racismo no aeroporto de frankfurt na quinta-feira (7).
- Uma mulher, ao perceber que o grupo falava português e carregava bandeira do Brasil, proferiu insultos xenófobos como “nariz de gorila” e “macacos gritando”.
- Ionara confrontou a agressora em alemão, dizendo que ela era xenófoba e racista; a mulher saiu apenas depois que uma amiga ameaçou chamar a polícia.
- O vídeo do momento viralizou, com mais de meio milhão de visualizações.
- Segundo Ionara, elas tentaram registrar ocorrência na polícia do aeroporto, mas não encontraram atendimento e desistiram; ela já havia passado por situações semelhantes.
Ionara Sech, brasileira natural do Ceará, registrou um episódio de racismo e xenofobia no aeroporto de Frankfurt, na Alemanha, nesta quinta-feira. A moradora do país há quase oito anos afirmou que uma mulher a ofendeu ao perceber que ela e amigas falavam português e exibiam uma bandeira do Brasil.
A vítima relata que a agressora, acreditando que não falava alemão, lançou insultos no momento em que o grupo reagia à situação. Ionara disse ter confrontado a mulher em alemão, afirmando que a outra pessoa era xenófoba e racista, o que provocou uma resposta de fuga da agressora.
Ainda segundo Ionara, o grupo tentou acionar a polícia do aeroporto, mas não encontrou atendimento no local e desistiu de registrar a ocorrência. A brasileira descreveu que o incidente ocorreu enquanto aguardavam a chegada de um familiar que desembarcaria de São Paulo.
Desdobramentos e contexto
Ionara informou que já sofreu episódios semelhantes no passado, incluindo situações em que questionaram se era babá dos próprios filhos ou discriminaram pelo uso do português junto aos familiares. O vídeo do episódio ganhou grande repercussão nas redes, com centenas de milhares de visualizações e relatos de outras vítimas de xenofobia por brasileiros na Europa.
A reportagem não detalha identidades da agressora nem confirma outras informações além do relato da vítima. As informações foram obtidas diretamente com Ionara e por meio de conteúdo compartilhado nas redes sociais.
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