- Seis pessoas estão desaparecidas após um ataque considerado pelos iranianos como realizado pelos Estados Unidos a embarcações de pesca e carga iranianas no Golfo Pérsico, próximo ao porto de Khasab, em Omã.
- Várias pessoas foram levadas a hospitais em Khasab, segundo o governador de Bandar-e-Lengeh, Fawad Moradzadeh.
- A CNN tenta contato com as Forças Armadas dos EUA para obter posição sobre a alegação.
- Na sexta-feira, forças americanas disseram ter disparado contra dois petroleiros iranianos que tentavam contornar o bloqueio, incapacitando-os; navios-tanque Sea Star III e Sevda foram atingidos por munições de precisão.
- O ataque ocorre após ações dos EUA contra alvos iranianos na quinta-feira, em resposta a ataques iranianos a navios de guerra americanos no Estreito de Ormuz; o tráfego no estreito está significativamente reduzido.
Seis pessoas estão desaparecidas após o que as autoridades iranianas qualificaram como ataque dos Estados Unidos contra embarcações de pesca e carga iranianas no Golfo Pérsico. Os incidentes teriam ocorrido perto do porto omanita de Khasab, no sul do Estreito de Ormuz.
Segundo Fawad Moradzadeh, governador de Bandar-e-Lengeh, várias pessoas foram levadas para hospitais em Khasab. Ele informou que os ataques teriam sido realizados por aviões de guerra norte-americanos.
A CNN disse que tenta contato com as Forças Armadas dos EUA para ouvir posicionamento sobre a acusação. No mesmo dia, forças americanas afirmaram ter neutralizado dois petroleiros iranianos que tentavam contornar um bloqueio no Golfo de Omã, segundo o Comando Central.
Contexto e desdobramentos
O Comando Central dos EUA informou que um caça F/A-18 da Marinha, a bordo do porta-aviões USS George H.W. Bush, desativou os navios-tanque M/T Sea Star III e M/T Sevda com munições de precisão para impedir a entrada no Irã. A operação foi associada a ações anteriores na região.
De acordo com monitoramento marítimo, o tráfego no Estreito de Ormuz está reduzido, com bloqueios em vigor por parte de Irã e EUA. As informações sobre o ocorrido não foram verificadas de forma independente. Fontes oficiais continuam com versões conflitantes.
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