- A parata de Dia da Vitória de 2026 em Moscou teve versão mais contida, com menos jornalistas e menos convidados no evento.
- Não houve exibição de blindados, lança-míssil ou outros equipamentos militares no Red Square; o hardware apareceu apenas em telas gigantes.
- O formato remoto, com vídeos de armamento, foi usado porque as autoridades favoreceram evitar demonstrações públicas de poder.
- Questões de segurança, incluindo o temor de drones vindos da Ucrânia, foram apontadas como motivadoras da redução do aparato.
- O presidente Vladimir Putin reiterou a mensagem de vitória, enquanto a guerra na Ucrânia continua sem sinais de resolução.
Em Moscou, a parada do Dia da Vitória deste ano foi marcada por mudanças significativas. O evento, tradicionalmente carregado de demonstrações de poder militar, teve reduzido o uso de equipamentos exibidos publicamente.
Poucos jornalistas participaram do desfile, e várias organizações de mídia internacionais não tiveram acesso. Em Red Square, a presença de convidados e líderes estrangeiros também foi menor do que em edições anteriores.
No momento da Páscoa no local, não houve tanques, lançadores de foguetes ou mísseis balísticos expostos. O Kremlin optou por evitar o cenário habitual de demonstração de hardware, apresentando as imagens por meio de telas gigantes montadas na praça.
Em discurso transmitido, o tema da celebração foi a vitória de 1945. A diferença neste ano também se refletiu na organização, com menor quantidade de público e de cobertura, sob a justificativa de questões de segurança.
A relação com a Ucrânia permaneceu tensa. A guerra continua em andamento, sem sinais de vitória clara para Moscou, mesmo após a celebração europeia da data. A paridade entre tom festivo e realismo estratégico permaneceu evidente.
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