- No dia 17 de janeiro, uma turista morreu ao cair de uma falésia na praia de Pipa, em Tibau do Sul, Rio Grande do Norte, após o quadriciclo em que ela estava despencar. A vítima era de Roraima.
- Outra mulher, de 29 anos, estava no quadriciclo e foi socorrida por helicóptero, indo para o Hospital Walfredo Gurgel, em Natal, por volta das 16h40.
- Outros acidentes fatais já ocorreram em falésias de Pipa envolvendo quadriciclos, incluindo um caso em novembro de 2022 no local conhecido como Chapadão.
- Em julho de 2023, duas irmãs caíram das falésias; uma delas precisou passar por cirurgia no antebraço.
- O local não possui placa ou sinalização de perigo de queda; falésias são paredes rochosas íngremes formadas pela erosão das ondas ao longo do tempo.
No dia 17 de janeiro, uma turista morreu após cair de uma falésia ao pilotar um quadriciclo na praia de Pipa, em Tibau do Sul, no litoral potiguar. O acidente aconteceu por volta das 16h40, segundo relato dos bombeiros.
A vítima tinha passagem pela família que a acompanhava; era natural de Roraima. Ainda segundo as informações oficiais, outra mulher, de 29 anos, estava no quadriciclo no momento da queda e sobreviveu, sendo socorrida por helicóptero e encaminhada ao Hospital Walfredo Gurgel, em Natal.
No local, bombeiros indicaram que o veículo sofreu instabilidade na queda. Não houve sinalização de alerta no ponto das falésias, o que é comum em áreas turísticas da região.
Histórico de acidentes nas falésias de Pipa
Outros episódios fatais já foram registrados na mesma região. Em novembro de 2022, um turista do Rio de Janeiro morreu após cair de um quadriciclo no Chapadão. Em julho de 2023, duas irmãs sofreram queda, com uma delas passando por cirurgia no antebraço.
Em novembro de 2021, um jovem de 19 anos caiu de 30 metros no Chapadão, fraturando fêmur e coluna e passando por cirurgia. Em setembro de 2020, uma turista grávida e o namorado perderam o controle do quadriciclo, mas foram resgatados conscientes.
As falésias são paredes rochosas íngremes formadas pela erosão do mar, presentes em várias regiões do Brasil. Em muitos pontos turísticos, não há sinalização de perigo de queda, o que aumenta o risco para visitantes.
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