- Peleliu, ilha de Palau, fica a cerca de 800 quilômetros a leste das Filipinas e foi palco de uma das batalhas mais sangrentas do Pacífico na Segunda Guerra Mundial.
- Em setembro de 1944, forças americanas atacaram a ilha para destruir a base aérea japonesa, mas encontraram cavernas fortificadas, queijos de suprimentos e resistência ao subsolo.
- A batalha se arrastou por meses, resultando na morte de cerca de 14 mil japoneses e 10 mil americanos, com temperaturas altas contribuindo para desidratação e insolação.
- O fim é marcado pela morte do principal comandante japonês, Coronel Kunio Nakagawa, em 24 de novembro de 1944; hoje restam ruínas, cavernas e memoriais na ilha.
- Atualmente Palau recebe turistas que visitam Peleliu, acompanha-se o cemitério americano e há interesse de turismo histórico, além de uma ligação cultural persistente com o Japão.
Peleliu, ilha de Palau, fica a cerca de 800 quilômetros das Filipinas. A paisagem é verde intensa, com corais próximos à costa e trilhas de pedra. Entre árvores, permanece um tanque japonês tomado pela natureza.
Em setembro de 1944, tropas americanas chegaram para atacar a base aérea inimiga. Ao desembarcar, encontraram a ilha vazia, sem oponentes visíveis. Desconhecidas ao exército dos EUA, cavernas subterrâneas japonesas abrigavam alimentos, água e munição.
A batalha se alongou por meses, em vez de dias. O calor extremo e a desidratação ajudaram a ceifar centenas de militares. Ao fim, muitos japoneses optaram pelo seppuku; o combate retraiu-se, mas deixou marcas profundas.
Herança da Batalha
Today, guias mostram cavernas abertas ao público, com inscrições japonesas em pedras que lembram mortos. O principal momento é marcado pela morte do coronel japonês Kunio Nakagawa em 24 de novembro de 1944. Resta a memória de uma luta destrutiva.
Cavernas, tunéis e estruturas abrigam restos da base japonesa. Algumas zonas são protegidas, outras, como o hangar, estão fechadas. Relíquias aparecem perto de placas que indicam locais históricos, sob a umidade constante.
O terreno mudou drasticamente pela intervenção dos militares americanos, que nivelaram áreas com maquinário. Hoje, a paisagem revela a topografia modificada pela guerra e pela ocupação futura.
Turismo e memória
Turistas de diversas nações visitam Peleliu para entender o conflito. A ilha faz parte de Palau, um país com conexão antiga ao Japão, Espanha, Alemanha e EUA. O território tem aeroporto com poucos portões e recebe voos limitados.
Além de Peleliu, Palau preserva o Belau Museum, em Koror, que expõe um bai tradicional e histórias locais. O museu oferece uma visão mais ampla da cultura palauana, antes da guerra e da colonização.
O cemitério americano em Peleliu está sob proteção militar. Arbustos formam a palavra USA quando vistas de cima, lembrando a presença dos EUA na região. A ilha mantém ainda laços históricos com o Japão, que se refletem nos nomes de lugares.
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