- Lula e Donald Trump se reuniram na Casa Branca na quinta-feira, 7, e o presidente brasileiro afirmou que o Brasil busca ampliar parcerias com os EUA sem abrir mão da soberania.
- Entre os temas tratados estão comércio bilateral, negociações tarifárias, cooperação no combate ao crime organizado e minerais críticos.
- O déficit comercial com os Estados Unidos ficou entre US$ 20 bilhões (números do Brasil) e US$ 30 bilhões (apuração americana) no último ano.
- Também houve destaque para a exploração de minerais críticos e para a aprovação do marco legal para atrair investimentos no setor.
- O governo brasileiro citou a ideia de participação de investidores de China, Estados Unidos, Rússia e outros, e o ministro da Fazenda comentou a expectativa de novos acordos de cooperação com os EUA para combate ao crime organizado e à lavagem de dinheiro.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reuniu-se com o ex-presidente dos EUA, Donald Trump, na Casa Branca na quinta-feira, 7. O encontro abriu espaço para tratar de relações bilaterais e cooperação entre Brasil e Estados Unidos. No sábado, Lula reforçou, em publicação no X, a continuidade das tratativas para ampliar parcerias, mantendo o compromisso com a soberania brasileira.
Segundo a apuração, os temas abordados incluíram comércio bilateral, negociações tarifárias, cooperação no combate ao crime organizado e exploração de minerais críticos. O objetivo é ampliar o diálogo com os EUA sem abrir mão da autonomia nacional, conforme avaliação oficial.
Dados apresentados indicam um déficit comercial entre o Brasil e os EUA no ano anterior, variando entre US$ 20 bilhões (números brasileiros) e US$ 30 bilhões (apuração americana). O desequilíbrio costuma influenciar discussões sobre tarifas e políticas comerciais.
Ministros destacam avanços e perspectivas
O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, mencionou a aprovação na Câmara de um marco legal para atrair investimentos no setor de minerais críticos e destacou a busca por diálogo com investidores estrangeiros, incluindo China e Rússia.
O ministro da Fazenda, Dário Durigan, afirmou que há expectativa de novos acordos de cooperação com os EUA para operações de combate ao crime organizado e à lavagem de dinheiro, ampliando a atuação conjunta entre os dois países.
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