- Desfile do Dia da Vitória em Moscou na Praça Vermelha ocorreu com menos convidados, menos repórteres e sem displays de armamentos.
- O evento foi reduzido por motivos de segurança, devido ao receio de ataque por drones das forças ucranianas.
- Um cessar-fogo de última hora, mediado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, levou Kyiv a concordar em não atacar o desfile.
- O desfile menor, sem tanques ou mísseis balísticos, lembra que a guerra pode não estar ocorrendo como o planejado.
- O correspondente da BBC para a Rússia, Steve Rosenberg, foi um dos poucos jornalistas estrangeiros autorizados a participar.
A Parada da Vitória em Moscou foi mais contida neste ano. O evento, tradicional celebração militar, ocorreu na Praça Vermelha, em Moscou, neste sábado, com menos convidados e menos repórteres. Não houve exibição de armamento pesado como tanques ou mísseis balísticos.
Autoridades russas reduzem o elenco e a escala devido a preocupações de segurança. Segundo relatos, o governo teme que forças ucranianas ataquem Red Square com drones, o que levou ao recuo de elementos típicos de demonstração.
Houve ainda um cessar-fogo de última hora, mediado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que levou Kyiv a concordar em não atacar a parada. A medida buscou evitar incidentes durante a cerimônia.
Entre os presentes, a imprensa estrangeira teve acesso restrito. A BBC, por meio do correspondente na Rússia, Steve Rosenberg, foi um dos poucos veículos permitidos a acompanhar o evento.
O formato menor do desfile é visto por analistas como sinal de que o conflito entre Rússia e Ucrânia pode não estar seguindo o rumo desejado pelo Kremlin. A ausência de hardware de guerra destacado foi observada por emissoras e observadores.
A cobertura enfatiza o que aconteceu, quem participou, quando e onde ocorreu, bem como as razões apresentadas pelas autoridades para a contenção, sem incluir opiniões ou avaliações.
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