- Israel montou uma base militar secreta no deserto do oeste do Iraque para apoiar a campanha aérea contra o Irã e funcionar como hub logístico da Força Aérea israelense.
- A instalação também abrigava equipes de busca e resgate para agir em caso de queda de aviões israelenses em território hostil, o que não ocorreu até agora.
- A base quase veio a público no início de março, após relato de um pastor local sobre movimentação de helicópteros; militares iraquianos foram até o local, mas foram alvos de bombardeio israelense, matando um soldado e ferindo outros dois.
- Bagdá denunciou o ataque à ONU como vindo de forças estrangeiras e sugeriu envolvimento dos EUA, versão negada por uma fonte americana; israelenses não comentaram.
- Segundo a reportagem, a base permitiu encurtar a distância até o teatro de operações, contribuindo para milhares de ataques aéreos israelenses contra alvos iranianos ao longo de cinco semanas.
Israel teria montado uma base militar secreta no deserto no oeste do Iraque para apoiar ataques aéreos contra o Irã, segundo o Wall Street Journal. A instalação funcionaria como hub logístico para a Força Aérea de Israel e apoio a operações especiais, com conhecimento de Washington.
Equipes de busca e resgate teriam sido posicionadas na base para atuar caso aviões israelenses caíssem em território hostil. Até o momento, nenhum incidente desses eqüipamentos foi confirmado.
A existência da base quase veio a público no início de março, após relato de um pastor local sobre movimentação incomum de helicópteros. Militares iraquianos teriam sido enviados para investigar, mas foram alvo de fogo, com um soldado morto e outros feridos, segundo a imprensa local.
Reações e contexto
Bagdá informou à ONU que o ataque teria envolvido forças estrangeiras, sugerindo participação dos Estados Unidos, versão negada por uma fonte citada pelo jornal. Israel não comentou o caso.
Segundo a reportagem, a base permitiu encurtar a distância até o teatro de operações, contribuindo para a rede de ataques aéreos contra alvos iranianos ao longo de cinco semanas de conflito.
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