- O Exército britânico enviou paraquedistas e dois clínicos à ilha remota de Tristan da Cunha para ajudar um britânico com suspeita de hantavírus.
- Ao todo são seis casos confirmados de hantavírus, incluindo dois britânicos tratados fora do navio; três pessoas morreram no surto.
- Dois britânicos com hantavírus confirmados estão recebendo tratamento na Holanda e na África do Sul; um residente da ilha permanece isolado em condição estável.
- Oxigênio foi lançado de um avião da RAF A400M, e os mantimentos estavam em nível crítico na ilha.
- O MV Hondius chegou a Tenerife quase um mês após o primeiro óbito; planos visam repatriação de mais de cem pessoas.
Tristão da Cunha, ilha remota no Atlântico, recebeu apoio médico britânico para atender um cidadão com suspeita de hantavírus. Médicos e paraquedistas da Polícia Aérea da Inglaterra chegaram para reforçar o atendimento na comunidade isolada. A operação ocorre após o navio MV Hondius registrar surtos e mortes por hantavírus entre passageiros e tripulação.
Um britânico residente em Tristan da Cunha foi retirado do Hondius em 14 de abril, quando o navio permaneceu na área. Ele apresentou diarreia em 28 de abril e febre dois dias depois. O paciente está estável e em isolamento, segundo a Organização Mundial da Saúde.
Parados no território, seis casos confirmados de hantavírus foram divulgados, incluindo dois britânicos que recebem tratamento fora do navio. Ainda há dois casos suspeitos, entre eles o britânico na ilha, conforme a OMS.
O deslocamento contou com seis paraquedistas e dois clínicos da 16 Air Assault Brigade, que aterrissaram após voo de RAF Brize Norton para Tristan da Cunha. Dois paraquedistas saltaram com uma enfermeira e um médico de terapia intensiva para apoiar a equipe local.
Segundo o Ministério da Defesa, esta é a primeira vez que forças armadas do Reino Unido deslocam pessoal médico por paraquedas para apoio humanitário. As condições climáticas e o difícil acesso à ilha, sem pista de aterragem, aumentam a complexidade da operação.
A OMS confirmou nove casos vinculados ao surto, incluindo dois suspeitos. Os dois britânicos com casos confirmados recebem tratamento na Holanda e na África do Sul. Outros passageiros permanecem monitorados pela UK Health Security Agency.
Dois britânicos que desembarcaram em St Helena em 24 de abril estão em isolamento voluntário no Reino Unido. Do Hondius, 22 passageiros britânicos seguem para Tenerife e depois serão levados a Arrowe Park Hospital, no Merseyside, para isolamento de 45 dias. A função de monitoramento ficará por conta da UKHSA.
A situação permanece sob supervisão das autoridades britânicas e internacionais, com avaliação de risco ao público geral considerada muito baixa.
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