- O papa Leão XIV agradeceu às Ilhas Canárias pela hospitalidade ao permitir que passageiros do navio de cruzeiro Hondius, atingido pelo hantavírus, desembarcassem perto de Tenerife no domingo, dez.
- O pontífice elogiou o povo das Ilhas Canárias pela hospitalidade característica, segundo ele.
- A viagem à Espanha está prevista de seis a doze de junho, sendo a primeira visita de um país da União Europeia fora da Itália; ele deve proferir doze discursos, celebrar quatro missas e realizar cerca de dez encontros, com paradas programadas em Madri, Barcelona e Ilhas Canárias.
- Em seu discurso semanal, pediu o fim da violência no Sahel, especialmente no Chade e no Mali, e estimulou esforços pela paz e pelo desenvolvimento naquela região.
O papa Leão XIV agradeceu às Ilhas Canárias pela hospitalidade ao desembarcarem, perto de Tenerife, passageiros do navio de cruzeiro MV Hondius. O navio foi atingido pelo hantavírus durante a viagem, e a passagem ocorreu no domingo, 10 de junho.
O Pontífice elogiou a receptividade do arquipélago e reiterou a importância de atender aos viajantes em situações de emergência. Não houve outras informações sobre o número exato de passageiros desembarcados ou de profissionais a bordo.
O MV Hondius ficou sob observação médica na região até que as autoridades locais organizassem o desembarque dos infectados para tratamento ou isolamento, conforme orientações de saúde pública.
Viagem à Espanha
O papa deverá viajar à Espanha entre 6 e 12 de junho, em sua primeira visita de um país da União Europeia fora da Itália. Durante a estadia, espera-se a proferência de doze discursos, a celebração de quatro missas e cerca de dez encontros com líderes políticos, religiosos e civis.
As principais paradas da viagem estão programadas para Madri, Barcelona e as Ilhas Canárias, onde o líder católico deve destacar temas de diálogo inter-religioso e cooperação internacional. A agenda pode sofrer alterações conforme a organização do Vaticano.
Pedido de paz no Sahel
Durante o discurso semanal na janela do Palácio Apostólico, o papa ressaltou a necessidade de encerrar a violência no Sahel, com ênfase no Chade e no Mali. O texto enfatizou esforços pela paz e pelo desenvolvimento na região, descritos como fundamentais pelo pontífice.
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