- Acordo entre Irã e Estados Unidos pode depender da visita do presidente dos EUA, Donald Trump, à China no fim desta semana.
- A análise aponta que o avanço das negociações deve ocorrer apenas após a reunião de Trump com o presidente chinês, Xi Jinping.
- O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, provavelmente estará presente na reunião dos chanceleres do Brics em Délhi, nos mesmos dias da viagem de Trump a Pequim.
- A presença de Araghchi no Brics é considerada importante, já que Egito e Arábia Saudita devem participar e facilitam o diálogo indireto entre EUA e Irã por meio do Paquistão.
- A fonte afirma que a China será um ator-chave para manter o diálogo ativo entre as duas nações.
As negociações entre os Estados Unidos e o Irão não devem avançar significativamente até o encontro entre o presidente norte-americano, Donald Trump, e o líder chinês, Xi Jinping, no fim desta semana. A informação é de uma fonte regional ligada ao processo.
A mesma fonte afirmou à CNN que o progresso depende dos resultados da visita de Trump a Pequim. Segundo ela, é muito provável que o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, esteja em Délhi para a reunião de chanceleres do Brics, nos dias 14 e 15 de maio, coincidentes com as atividades de Trump na China.
De acordo com a fonte, a presença de Araghchi na reunião do Brics é considerada relevante, já que os ministros das Relações Exteriores da Arábia Saudita e do Egito também devem participar. Esses países atuam como facilitadores do diálogo indireto entre EUA e Irã, mediado pelo Paquistão.
Egito e Arábia Saudita ainda não confirmaram participação na conferência do Brics. A China é apontada como um ator crucial para manter o canal de negociação aberto entre as partes, segundo a fonte citada.
Pela leitura apresentada, a atuação de Pequim aparece como componente chave para manter o diálogo em curso, especialmente diante do cenário de pausa nas conversas até o desfecho da reunião entre Trump e Xi.
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