- O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmou à CNN Brasil que o Brasil quer ampliar a coordenação internacional no combate ao crime organizado e fortalecer a cooperação com os EUA.
- Andrei disse ter confiança de que a parceria existente entre Brasil e Estados Unidos será ainda mais robusta nos próximos passos.
- Lula esteve recentemente nos EUA para encontro com o presidente americano, Donald Trump, e apoiou a ideia de criar um grupo de trabalho com diferentes países sobre o tema.
- O governo deve lançar ainda nesta semana o plano Brasil contra o Crime Organizado, com foco em enfraquecer o potencial financeiro do crime.
- Andrei ressaltou que ampliar a coordenação internacional tem sido uma intenção e um projeto do governo brasileiro.
O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmou à CNN Brasil nesta segunda-feira que o Brasil pretende ampliar a coordenação internacional no combate ao crime organizado. A ideia é tornar a cooperação com os Estados Unidos ainda mais robusta.
Segundo Andrei, a cooperação já existente deve ganhar força com passos futuros do governo. Ele citou a expectativa de intensificar ações conjuntas e o compartilhamento de informações entre as autoridades brasileiras e americanas.
Na semana passada, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva esteve nos Estados Unidos para encontro com o presidente Donald Trump. O governo brasileiro também sinalizou a formação de um grupo de trabalho com diferentes países para discutir o tema.
Plano Brasil contra o Crime Organizado deve ser lançado ainda nesta semana. Pelas redes sociais, Lula destacou que uma das frentes é reduzir o potencial financeiro do crime organizado.
O diretor-geral da PF reforçou que ampliar a coordenação internacional é uma prática que já vinha sendo discutida e que deve continuar como objetivo do governo. A prioridade é reforçar o enfrentamento ao crime transnacional.
Cooperação com EUA: robustez e ações conjuntas
A notícia aponta que as autoridades brasileiras visam fortalecer operações, intercâmbio de dados e cooperação logística com os EUA, tornando a resposta ao crime organizado mais integrada.
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