- A China avalia um acordo para cerca de 500 jatos 737 Max, dando às companhias chinesas aviões necessários e representando uma vitória comercial para a gestão Trump.
- O CEO da Boeing, Kelly Ortberg, deve integrar a delegação dos EUA na China e sinalizou a possibilidade de um grande acordo durante a visita de Donald Trump.
- A Boeing já trabalha no planejamento de um substituto para o 737 Max, com primeiras escolhas de design voltadas a um avião de corredor único mais evolutivo do que revolucionário.
- O lançamento formal do novo modelo está previsto para perto do início da próxima década.
A Boeing avalia um acordo com a China para cerca de 500 jatos 737 Max, o que daria fôlego às companhias aéreas nacionais e representaria um ganho comercial para a gestão de Donald Trump durante a visita ao país. O executivo-chefe Kelly Ortberg deve integrar a delegação americana.
O objetivo é fechar o negócio, segundo fontes próximas, com Trump considerando a negociação como oportunidade relevante para a pauta comercial entre os dois países.
A companhia já estuda o desenvolvimento de um substituto para o 737 Max, apontando um avião de corredor único mais evoluído que revolucionário. O lançamento formal é esperado para o início da próxima década.
Novo avião e perspectivas
Bloomberg aponta que o movimento envolve diálogo entre executivos e autoridades, com as atenções voltadas para o impacto do acordo nas operações das companhias aéreas chinesas e na cadeia de suprimentos global.
Entre na conversa da comunidade