- Os Estados Unidos retiraram 13,5 kg de urânio altamente enriquecido da Venezuela, remanente do antigo reator de pesquisa desativado em 1991.
- A operação ocorreu em poucas semanas, em três etapas, com participação de autoridades venezuelanas, equipes britânicas e supervisão da Agência Internacional de Energia Atômica.
- O processo iniciou com o acondicionamento em contêineres especiais, seguiu com transporte terrestre de cerca de 160 km até um porto venezuelano e terminou com envio por embarcação britânica para os EUA; a carga chegou no início de maio.
- Segundo a Administração Nacional de Segurança Nuclear (NNSA), o urânio, enriquecido acima de 20%, era excedente após o fim das operações do reator RV-1.
- A ação reforça cooperação internacional e esforços de não proliferação, com o material a ser processado nos EUA para possível uso civil.
A missão dos Estados Unidos concluiu a retirada de 13,5 kg de urânio altamente enriquecido da Venezuela, material remanescente de um antigo reator de pesquisa. A operação contou com apoio da Administração Nacional de Segurança Nuclear (NNSA), ligada ao Departamento de Energia, autoridades venezuelanas, especialistas do Reino Unido e a supervisão da AIEA.
O material foi acondicionado em contêineres especiais, transportado por terra por cerca de 160 km até um porto venezuelano e transferido para uma embarcação operada por uma empresa britânica especializada em transporte nuclear. A carga chegou aos EUA no início de maio, para processamento em instalações civis.
Cooperação internacional e objetivos
Segundo o DOE, o urânio enriquecido acima de 20% era remanescente do reator RV-1, desativado em 1991. A operação, descrita como parte de esforços de não proliferação, envolve trabalho conjunto entre técnicos venezuelanos, equipes britânicas e a AIEA. A ação visa fortalecer a segurança de materiais sensíveis e pode servir de modelo para operações futuras.
O DOE informou que todo o material será processado nos EUA, com possível reaproveitamento em atividades nucleares civis. Autoridades destacaram o caráter estratégico da ação para reduzir estoques de urânio enriquecido em regiões sensíveis.
A inciativa foi apresentada como vitória para segurança nuclear global, ressaltando a cooperação entre países e organizações internacionais na gestão de estoques radiativos remanescentes.
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