Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Governo Lula avalia formas de financiar campanha de Bachelet na ONU

Governo Lula avalia remanejamento orçamentário e norma para financiar a campanha de Michelle Bachelet à Organização das Nações Unidas; decisão ainda depende de aprovação

Michelle Bachelet, ex-presidente do Chile, com o presidente Lula durante encontro no Palácio do Planalto, em Brasília
0:00
Carregando...
0:00
  • O governo Lula avalia opções para financiar a campanha de Michelle Bachelet à ONU, dependendo de remanejo orçamentário e de norma que autorize despesa.
  • A ideia de apoio financeiro não está decidida e passa por estudos sobre base legal e fontes de recurso.
  • O Chile, que já apoiava Bachelet, retirou o endosso; Brasil e México passam a financiar, em tese, a campanha, sem que haja confirmação de aportes.
  • O Brasil ainda não gastou recursos até o momento, mas participa ativamente da defesa de Bachelet em encontros bilaterais e na ONU.
  • Além de Bachelet, concorrem ao cargo Rafael Grossi, Rebeca Grynspan e Macky Sall; espera-se nova rodada de conversas com os membros permanentes do Conselho de Segurança no fim de junho.

O governo Lula avalia opções para apoiar financeiramente a candidatura de Michelle Bachelet à ONU. A ex-presidente do Chile recebe apoio de Brasil e México, mas o Chile retirou o endosso sob o governo de José Antonio Kast. A viabilidade do custeio depende de remanejamento orçamentário e de norma que autorize despesa pública.

Entre as questões em análise estão a base legal para o aporte e as fontes de recursos. O Planalto ainda não tomou decisão sobre financiar a campanha. A reunião entre Lula e Bachelet ocorreu em Brasília, sem que o tema financeiro tenha sido discutido entre eles.

Contexto da candidatura

Bachelet foi apresentada como candidata com apoio conjunto de Chile, México e Brasil, em fevereiro. Kast, que já assumiu o governo chileno, retirou o endosso em março. O Chile tinha reservado gastos com campanha, incluídos passagens e hospedagens, estimados em cerca de US$ 57 mil até o início deste ano.

O Brasil mantém atuação diplomática a favor de Bachelet, sem desembolso registrado até o momento. Em tese, o custo direto da candidatura não é permitido pelo cargo, o que leva a possíveis decretos ou medidas administrativas para viabilizar o aporte.

Processo de escolha na ONU

Segundo as regras, o secretário-geral precisa do veto ausente do Conselho de Segurança para seguir à Assembleia-Geral. Entre os potenciais exemplos, EUA, Reino Unido, França, Rússia e China podem influenciar a etapa. Grupos próximos a Bachelet citam que o apoio de Estados Unidos e China pode enfrentar obstáculos por questões relacionadas a direitos humanos.

A campanha ocorre em meio a uma percepção de enfraquecimento da ONU, com ênfase na necessidade de multilateralismo. Bachelet deve retornarr a Nova York no final de junho para novas conversas com representantes permanentes do Conselho de Segurança.

Candidatos concorrentes

Além de Bachelet, concorrem Rafael Grossi (Argentina), Rebeca Grynspan (Costa Rica) e Macky Sall (Senegal). Grossi é diretor-geral da AIEA, Grynspan atua no UNCTAD, e Sall foi nomeado sob o governo de Burundi. O argentino foi apresentado pelo governo Milei e é visto como possível apoio de Trump.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais