- Paratas ajudaram na ilha isolada de Tristan da Cunha para atender um cidadão britânico com suspeita de hantavírus.
- Dois paraquedistas pularam em duplas com uma enfermeira de terapia intensiva e um médico especialista; foram entregues suprimentos médicos.
- O paciente deixou o MV Hondius, navio de cruzeiro atingido pela epidemia, em meados de abril, na região ultramarina mais remota sob domínio britânico.
- O capitão George Lacey afirmou que ventos fortes deixaram a missão “bastante difícil”.
- A equipe permanecerá na ilha por alguns dias, aguardando a recuperação, já que não é possível retornar de paraquedas.
O Exército Britânico realizou uma operação de parachutismo para levar assistência médica a uma pessoa com suspeita de hantavírus na ilha remota de Tristan da Cunha, no Atlântico. Dois paraquedistas, em tandem, aterrissaram com uma enfermeira de UTI e um médico especialista. Produtos médicos também foram entregues.
A paciente deixou o MV Hondius, o navio de cruzeiro envolvido no surto, em meados de abril, na mais isolada possessão habitada britânica. O objetivo era fornecer tratamento imediato e suprimentos médicos na própria ilha.
Capitão George Lacey, que participou da missão com o Pelotão Pathfinders, em Colchester Garrison, informou que ventos fortes tornaram a operação especialmente complexa. A equipe permanecerá na ilha por alguns dias, aguardando a recuperação do paciente, já que não é possível retornar com o mesmo meio de transporte durante a operação.
Detalhes da missão
A ação mostrou a capacidade de resposta da defesa britânica em áreas remotas e de difícil acesso. Não houve informações sobre outros profissionais mobilizados ou sobre o estado clínico atual da pessoa atendida. A situação permanece em monitoramento pelas autoridades locais e pela equipe médica envolvida.
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