- Trump disse que a proposta do Irã para encerrar a guerra é inaceitável e que o cessar-fogo está em estado crítico e extremamente frágil.
- Ele afirmou, no Salão Oval, que o Irã não pode ter arma nuclear e que seu plano é simples: o Irã não terá arma nuclear.
- O presidente destacou que o Irã foi “totalmente” derrotado no campo militar e criticou supostas reviravoltas nas negociações, destacando atrasos na entrega de documentos.
- O cessar-fogo, iniciado há um mês, continua em vigor, mas é descrito como incrivelmente frágil.
- O governo iraniano defende a proposta como legítima e generosa, pedindo fim da guerra, fim do bloqueio e a liberação de bens iranianos congelados.
O presidente dos EUA, Donald Trump, disse nesta segunda-feira, 11, que a proposta do Irã para encerrar a guerra é inaceitável. Ele afirmou que o cessar-fogo está em estado crítico e muito frágil, durante fala no Salão Oval.
Trump disse que seu plano é simples: o Irã não pode ter arma nuclear. Segundo ele, o Irã não quer chegar a esse ponto, mas insiste nas divergências com Teerã. O presidente afirmou que o Irã foi derrotado militarmente, embora reconheça a possibilidade de acordo diplomático.
Ele informou que o cessar-fogo continua em vigor, porém com gravidade extrema. Trump afirmou que o documento iraniano ainda não foi lido por completo e repetiu críticas às reviravoltas de Teerã nas negociações.
Ele ainda criticou a demora do Irã para enviar documentos e mencionou que as autoridades iranianas costumam levar mais tempo que o previsto. O presidente concluiu reiterando a não aceitação de uma arma nuclear pelo Irã.
Governo iraniano defende sua proposta
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baqaei, afirmou que a proposta para encerrar o conflito é legítima e generosa. Segundo ele, o Irã busca fim da guerra, fim do bloqueio e liberação de bens congelados.
Baqaei destacou que as negociações estão paralisadas após a primeira rodada realizada no Paquistão, no início de abril. O porta-voz também ressaltou que as exigências do Irã são legítimas e visam reverter pressões financeiras.
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