- Ucrânia e Rússia aceitaram, na sexta-feira, um cessar-fogo de nove a onze de maio, em acordo mediado pelos Estados Unidos.
- No domingo, Zelensky disse que Moscou não atacou com aviões ou mísseis em larga escala, mas houve confrontos ao longo da linha de frente de mil e duzentos quilômetros.
- A Rússia informou que houve 23.802 violações do cessar-fogo por parte da Ucrânia desde o início do acordo.
- O Estado-Maior ucraniano registrou cento e oitenta combates nas últimas vinte e quatro horas; as tropas russas usaram drones kamikaze e artilharia contra posições ucranianas.
- Governadores regionais informaram que pelo menos três pessoas foram mortas nas regiões Zaporizhzhia e Kherson nas últimas vinte e quatro horas.
O conflito entre Ucrânia e Rússia persiste com combates mesmo após um cessar-fogo mediado pelos Estados Unidos. O acordo foi firmado na sexta-feira (8) para vigorar de 9 a 11 de maio, em um esforço liderado pelos EUA para retomar a paz.
Segundo o acordo, as partes buscam reduzir ataques, mas denúncias de violações foram registradas desde o início do cessar-fogo. Washington acompanhou o processo como parte de uma iniciativa diplomática para a pacificação da região.
Volodymyr Zelensky, presidente da Ucrânia, afirmou que Moscou não lançou ataques aéreos em larga escala, mas manteve combates ao longo da linha de frente de cerca de 1.200 km. As tropas ucranianas monitoram e respondem aos ataques.
Confrontos na linha de frente
O Estado-Major das Forças Armadas da Ucrânia apontou 180 confrontos no front nas últimas 24 horas, segundo informações divulgadas nesta segunda-feira. No domingo (10), a Rússia utilizou drones kamikaze e artilharia em ataques a assentamentos e posições militares.
A defesa russa informou que houve 38 ataques russos a posições ucranianas, com bombardeio de artilharia nas áreas fronteiriças. Oficiais russos disseram ter registrado violações do cessar-fogo pela Ucrânia desde o início do acordo.
Governadores regionais da Ucrânia confirmaram, no início da segunda-feira, que ao menos três pessoas morreram nas regiões de Zaporizhzhia e Kherson nas últimas 24 horas. A área permanece sob intensa atividade militar.
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