- Ataques de Israel no Líbano deixaram 380 mortos desde o início do cessar-fogo, segundo o Ministério da Saúde libanês.
- Entre as vítimas estão 22 crianças e 39 mulheres; no total, cerca de 2.900 pessoas morreram no Líbano desde o começo do conflito.
- Mesmo com o cessar-fogo, Israel segue bombardeando o território libanês; o governo israelense diz agir contra ataques “planejados, iminentes ou em andamento”.
- O Hezbollah acusa Israel de violar a trégua, enquanto Israel cobra que o grupo entregue suas armas; o líder do Hezbollah, Naim Qassem, rejeita a desarmamento e promete transformar o campo de batalha em inferno.
- A crise já provocou deslocamento de pelo menos um milhão de pessoas; dois brasileiros morreram em ataque atribuído a Israel, e outros familiares ficaram feridos.
Os ataques de Israel no Líbano deixaram 380 mortos desde o início do cessar-fogo, segundo o Ministério da Saúde libanês. A informação foi divulgada pela AFP nesta terça-feira (12). Entre as vítimas, há 22 crianças e 39 mulheres.
O frio duelo entre Tel Aviv e o Hezbollah persiste mesmo com o acordo de trégua. Israel sustenta que age para responder a violações da trégua, enquanto autoridades libanesas afirmam que as ofensivas são premeditadas.
O objetivo israelense é consolidar uma zona-tampão no sul do Líbano e proteger seus cidadãos. Forças israelenses seguem operando próximo à chamada “linha amarela”, cerca de 10 km ao norte da fronteira.
Deslocados e vítimas brasileiras
Pelo menos 1 milhão de libaneses foram deslocados devido aos ataques. O país enfrenta uma grave crise humanitária, segundo as Nações Unidas. No Brasil, pelo menos dois brasileiros — mãe e filho — morreram em território libanês em 26 de abril, conforme o governo brasileiro. O pai é libanês e outro filho permanece hospitalizado.
Entre na conversa da comunidade