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Irã pressiona EUA para aceitar plano de paz

Irã pressiona EUA para aceitar plano de paz de 14 pontos; atraso pode reacender hostilidades no Golfo, afetar o Estreito de Ormuz e elevar o petróleo

O principal negociador do Irã e líder do Parlamento do país, Mohammad Bagher Ghalibaf
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  • O principal negociador do Irã, Mohammad Bagher Ghalibaf, deu um ultimato aos EUA para aceitarem as condições do plano de paz de 14 pontos de Teerã.
  • Ghalibaf afirmou que não há alternativa senão aceitar os direitos do povo iraniano conforme a proposta, advertindo que outra abordagem seria frutífera.
  • O Irã também pediu o fim da guerra na região, a suspensão do bloqueio aos seus portos e a liberação de ativos congelados.
  • As negociações permanecem estagnadas após a primeira rodada de conversas no mês passado, sem avanços observados.
  • Em resposta, o presidente dos EUA, Donald Trump, classificou a proposta iraniana como “totalmente inaceitável”; o cessar-fogo vigente desde 8 de abril segue em estado crítico.

O Irã enviou um ultimato aos Estados Unidos para que aceitem o seu plano de paz de 14 pontos, visando encerrar conflitos no Oriente Médio. A cobrança chegou em meio a negociações estagnadas após a primeira rodada, promovida no mês passado.

O principal negociador iraniano e presidente do Parlamento, Mohammad Bagher Ghalibaf, afirmou em X que não há alternativa senão acolher os direitos do povo iraniano conforme a proposta. Ele argumentou que atrasos aumentam o custo para os contribuintes norte-americanos.

A tensão cresce no Golfo, com a possibilidade de retomar hostilidades e afetar o Estreito de Ormuz. O país também condiciona a suspensão de bloqueios aos portos e a liberação de ativos congelados, pontos centrais do plano.

Plano de paz e condições

Trump rejeitou a proposta iraniana, classificando-a como inaceitável. O cessar-fogo, em vigor desde 8 de abril, é descrito como frágil, elevando a preocupação com novas pressões sobre o mercado de petróleo e a estabilidade regional.

As negociações continuam sem avanços perceptíveis desde a rodada anterior, deixando incerta a possibilidade de um acordo rápido para reabrir rotas comerciais e reduzir tensões no Golfo, segundo fontes. com informações da AFP

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