- Itália, maior produtora mundial de vinho, chega à Wine South America com 32 expositores, em Bento Gonçalves (RS), buscando ampliar shares no Brasil.
- A sexta edição do evento ocorre até 14 de maio e reúne mais de 400 marcas nacionais e internacionais, de cerca de 20 países.
- Acordo Mercosul-UE é visto como fator que pode ampliar o consumo e facilitar negócios entre Brasil e vinhos italianos.
- Francesca Galli, vice-diretora da ICE, afirma que a presença italiana ganha importância com o acordo em vigor.
- Ronaldo Padovani, analista da ICE, aponta oportunidades para vinhos de maior qualidade, com foco em consumidores que pagam até US$ 5 por litro, e na diversidade das regiões da Itália.
Maior produtora de vinho do mundo, a Itália participa da Wine South America (WSA) em Bento Gonçalves com 32 expositores, buscando ampliar a presença no Brasil. A produção italiana atingiu 5 bilhões de litros em 2025, segundo dados do setor.
O evento, que ocorre até 14 de maio, reúne mais de 400 marcas nacionais e internacionais de 20 países. Promovido pela Milanez & Milaneze, braço brasileiro da Vinitaly, a WSA pretende consolidar o Brasil como hub da vitivinicultura na região.
Francesca Galli, vice-diretora da ICE (Agência para a Promoção no Exterior e a Internacionalização das Empresas Italianas), aponta cenário excepcional para o setor. O acordo Mercosul-UE é visto como impulso para a atuação italiana no Brasil.
Ronaldo Padovani, analista da ICE, afirma que há interesse crescente por vinhos de maior qualidade no Brasil. As marcas italianas pretendem mirar o segmento premium, cobrindo uma faixa de preço até cerca de US$ 5 por litro, segundo a avaliação da agência.
A Itália aposta na diversidade de seu portfólio continental, com produção em todas as 20 regiões. A meta é oferecer rótulos que agreguem diferenciação frente aos vinhos de entrada, ampliando opções para consumidores brasileiros.
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