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Texas processa Netflix por coleta ilegal de dados de crianças

Texas processa Netflix por coleta de dados de crianças e uso de 'dark patterns' para manter usuários na plataforma, alegando violação de privacidade

O logotipo da Netflix num escritório da empresa em Los Angeles
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  • O estado do Texas processa a Netflix por coleta de dados de crianças sem consentimento e por violação de privacidade.
  • A acusação afirma que a Netflix rastreia e vende hábitos de espectadores para corretores de dados e empresas de publicidade, faturando bilhões de dólares por ano.
  • A queixa aponta o uso de “dark patterns” para manter usuários assistindo, incluindo reprodução automática que inicia uma nova série ao término de outra.
  • A Netflix nega as acusações, classifica o processo como baseado em informações imprecisas e distorcidas e afirma seguir as leis de privacidade, ressaltando ferramentas de controle parental.
  • A ação foi apresentada em um tribunal estadual no condado de Collin, próximo a Dallas.

O estado do Texas processa a Netflix por coleta de dados de crianças sem consentimento e por projetar a plataforma para ser viciante, segundo a BBC. A ação foi ajuizada em tribunal estadual no condado de Collin, próximo a Dallas.

A queixa acusa a empresa de mentir sobre não coletar ou compartilhar dados, enquanto rastreava hábitos dos usuários e vendia informações para corretores de dados e anunciantes, gerando bilhões de dólares por ano. Também aponta o uso de dark patterns para estimular o consumo.

Além disso, o Texas sustenta que a Netflix utiliza recursos como a reprodução automática para manter usuários assistindo, especialmente o público infantil, configurando uma experiência de uso viciante.

Resposta da Netflix

A Netflix nega as acusações, afirmando que o processo é baseado em informações imprecisas e distorcidas. A empresa diz seguir as leis de privacidade nos países onde opera e destaca a oferta de ferramentas de controle parental voltadas a crianças.

A queixa descreve ainda que a empresa coleta dados enquanto os usuários estão conectados e monetiza esses dados, o que, segundo o estado, viola leis locais de proteção ao consumidor. O processo tramita no judiciário estadual, sem prazo divulgado para decisão.

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