- Camilla era uma das grandes opositoras do namoro entre William e Kate, segundo biografia recém-lançada.
- O livro afirma que Camilla achava Kate “básica demais” para uma futura rainha, por não ter “sangue aristocrático”.
- O autor diz que Camilla via Kate como comum e de origem trabalhadora e se opôs ao casamento.
- O texto descreve os pais de Kate — Carole e Michael Middleton — como ex-funcionários da British Airways que fundaram uma empresa de artigos para festas.
- O livro cita que Camilla chamava Carole de “oportunista cafona” e dizia reconhecer manipuladora; William e Kate ficaram noivos em outubro de 2010 e casaram em abril de 2011, formando família com George (12), Charlotte (11) e Louis (8).
A Rainha Consorte Camilla teria se oposto ao namoro do Príncipe William com Kate Middleton, segundo uma biografia recém-lançada. O livro atribui a Camilla a opinião de que Kate era básica demais para se tornar rainha.
De acordo com o texto, Camilla a via como socialmente inferior, sem o que ela considerava o “sangue aristocrático” necessário. A obra sustenta que a oposição decorria da origem de classe de Middleton.
O livro detalha que Camilla acreditava que um futuro rei só poderia casar com alguém da realeza ou da aristocracia, e não com alguém cuja mãe teve trajetória de trabalhadora de habitação popular.
Os autores citados no material ressaltam que Kate Middleton é filha de Carole e Michael Middleton, ex-funcionários da British Airways, que mais tarde fundaram empresa de artigos para festas. Camilla seria crítica em relação à percepção de ascendência.
O texto afirma ainda que Camilla considerava Carole uma pessoa oportunista e manipuladora, traços que reputava como indicadores de compatibilidade para o papel de consorte real.
Representantes da realeza britânica não comentaram oficialmente o conteúdo do livro de Andersen até o momento. William e Kate ficaram noivos em outubro de 2010 e se casaram em abril de 2011, acertando a formação da família real com três filhos: George, Charlotte e Louis.
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