- 113 laureados com o Prêmio Nobel pedem a libertação plena e incondicional de Narges Mohammadi, ativista iraniana e vencedora do Nobel da Paz de 2023.
- Mohammadi, 54 anos, esteve presa desde 2016 e acumula penas que somam mais de quarenta e quatro anos; enfrenta problemas cardíacos.
- Ela foi encontrada inconsciente na cela em Zanjan e transferida recentemente para o Hospital Pars, em Teerã.
- A carta dos vencedores afirma que o estado de saúde é crítico, com perda de peso, pressão arterial instável e sintomas cardíacos graves; médicos alertam para risco de danos irreversíveis sem cuidados especializados.
- O marido, Taghi Rahmani, que vive em Paris, disse que a vida de Mohammadi está por um fio, e que transferência temporária não basta; a Fundação Narges cobra cuidados especializados permanentes.
Mais de 100 laureados com o Nobel pedem a libertação de Narges Mohammadi, ativista iraniana que recebeu o Nobel da Paz em 2023. A carta, divulgada nesta terça-feira (12), solicita a libertação plena e incondicional da pesquisadora de 54 anos, reconhecida por sua defesa dos direitos das mulheres e dos direitos humanos no Irã.
A mensagem descreve o estado de saúde de Mohammadi como crítico. Ela apresenta perda de peso acentuada, pressão arterial instável e sinais cardíacos graves. Médicos alertam que a vida da ativista pode estar em risco iminente, caso não receba cuidados médicos especializados.
A Fundação Narges e outras fontes citam a necessidade de tratamento médico contínuo e especializado, que não teria sido disponibilizado durante os meses de detenção. A entidade enfatiza que a ausência de cuidados adequados aumenta o risco de danos irreversíveis.
O marido da ativista, Taghi Rahmani, residente em Paris, disse que a vida de Mohammadi está em risco. Ele afirmou que uma transferência temporária não seria suficiente e pediu que a situação não a force a retornar às condições que prejudicam a saúde.
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