- O Irã afirmou que não permitirá o transporte de armamentos dos Estados Unidos pelo Estreito de Ormuz, segundo a imprensa local.
- Um plano para a segurança da via teria sido finalizado e será analisado pelo parlamento após o retorno das atividades, informou a PressTV.
- O controle da rota seria dividido: ocidente pelo Departamento da Marinha da Guarda Revolucionária Islâmica, oriente pela Marinha do Exército da República Islâmica do Irã.
- Autoridades disseram que o monitoramento reforça a soberania do Irã e pode gerar lucros com o petróleo, conforme a emissora.
- Outra proposta prevê o pagamento de € 50 milhões pelo governo iraniano por ações contra o presidente Donald Trump e o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, em retaliação pela morte do líder iraniano Seyyed Ali Khamenei.
O Irã afirmou nesta quarta-feira 13 que não permitirá o transporte de armamentos dos Estados Unidos para bases regionais pelo Estreito de Ormuz. Segundo a imprensa iraniana, um plano para a segurança da via foi finalizado.
A nota cita que o controle do estreito está dividido entre forças iranianas: o trecho ocidental ficará sob a Marinha da IRGC, o leste sob a Marinha do Exército. A medida visa monitoramento e soberania regional, segundo a PressTV.
Autoridades iranianas dizem que o plano fortalece a passagem segura e pode gerar lucros com a exploração de petróleo na região, conforme a emissora estatal. A afirmação chega com o contexto de tensão regional.
Ebrahim Azizi, presidente da Comissão de Segurança Nacional, também informou que o Estreito será usado para energia, produção econômica, defesa, segurança e serviços marítimos, segundo a PressTV.
Outra proposta prevê o pagamento de 50 milhões de euros pelo governo do Irã a ações contra Donald Trump e Benjamin Netanyahu, em retaliação pela morte de Khamenei, conforme relato da PressTV.
Azizi afirmou que representantes devem enfrentar ações recíprocas pela morte do líder iraniano, descrevendo o direito do país a responder, de acordo com a emissora estatal.
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