- Um cidadão chinês de 40 anos foi extraditado para a Coreia do Sul acusado de chefiar uma quadrilha de hacking que visou, entre outros, um membro do BTS.
- Seul afirma que o grupo roubou 38 bilhões de won por meio de invasões a sites de agências governamentais e figuras públicas.
- A quadrilha supostamente conseguiu uma conta de valores mobiliários no nome de Jungkook e tentou transferir 8,4 bilhões de won em ações da Hybe; a operação foi bloqueada após a empresa congelar a conta.
- Os ataques teriam ocorrido entre agosto de 2023 e abril de 2025; a polícia pretende solicitar mandado de prisão após interrogatório e análise de provas.
- Em agosto do ano passado, outro membro chinês do grupo, de 36 anos, já havia sido extraditado da Tailândia e aguarda julgamento na Coreia do Sul.
Um nacional chinês de 40 anos foi extraditado para a Coreia do Sul após ser acusado de chefiar uma operação de hackers multimilionária. Segundo o Ministério da Justiça de Seul, a quadrilha visava agências governamentais, figuras públicas e empresas, com golpes que teriam somado bilhões de won. Os crimes teriam ocorrido entre agosto de 2023 e abril de 2025.
Entre as vítimas estaria Jungkook, vocalista do grupo BTS, cuja conta de valores mobiliários foi alvo. A quadrilha tentou transferir 8,4 bilhões de won em ações da HYBE, empresa que administra o BTS. A operação foi bloqueada quando a própria HYBE congelou a conta envolvida, conforme reportagens locais e agências internacionais.
A polícia informou que pretende obter mandado de prisão após interrogatório e análise de provas. O suspeito, cujo nome não foi divulgado, ficava com base em Bangkok até a extradição. Em agosto do ano passado, um segundo Chinese national de 36 anos ligado ao mesmo grupo já havia sido extraditado da Tailândia.
Avanço da investigação e próximos passos
Outro preso ligado ao esquema já enfrenta processo em Seul, tendo sido indiciado em setembro. As autoridades explicaram que continuam reunindo evidências para esclarecer a participação de outros suspeitos e o alcance da rede de golpes.
Entre na conversa da comunidade