- Trump disse que pedirá a Xi Jinping que abra a China ao comércio durante a cúpula, acompanhando CEOs de grandes empresas norte-americanas.
- Jensen Huang, da Nvidia, foi acrescentado à viagem de última hora, conforme Trump informou em redes sociais; a lista inicial havia omitido o executivo.
- A agenda na China inclui encontro com Xi, banquete e visita ao Templo do Céu, com chegada prevista ao final de quarta-feira.
- Entre os temas estão comércio, a guerra no Irã e a venda de armas dos EUA para Taiwan; Trump pode buscar apoio chinês para acordo com Teerã.
- A China reiterou oposição à venda de armas para Taiwan e o pacote de US$ 14 bilhões permanece sem confirmação de aprovação; os EUA mantêm apoio à defesa de Taiwan.
Donald Trump viaja a Pequim acompanhado de CEOs de grandes empresas e vai pedir abertura comercial da China durante encontro com Xi Jinping, na madrugada desta quarta-feira 13. A visita ocorre em meio a negociações sobre comércio, guerra na região e outros temas sensíveis.
O presidente americano divulgou a expectativa de abordar a abertura econômica da China em uma postagem nas redes sociais, citando o encontro com Xi como prioridade. Trump confirmou que o CEO Jensen Huang, da Nvidia, está a bordo do Air Force One, reagindo a informações de veículos de imprensa sobre a lista de convidados.
Entre os executivos presentes, o briefing listado menciona nomes como Elon Musk, Larry Fink, Stephen Schwarzmann, Kelly Ortberg, Brian Sikes, Jane Fraser, Larry Culp, David Solomon, Sanjay Mehrotra e Cristiano Amon, além de outros participantes. A presença de Huang foi confirmada apenas pouco antes da partida.
Espera-se que as conversas incluam comércio entre as duas maiores economias, além de temas como a venda de armas para Taiwan e questões ligadas à região do Irã. O objetivo declarado é ampliar oportunidades de negócios para empresas norte-americanas e facilitar acordos comerciais.
Até o momento, Pequim reiterou forte oposição à venda de armas dos EUA para Taiwan. O pacote de ajuda militar de US$ 14 bilhões permanece em análise no governo chinês, com desfecho ainda incerto. As autoridades americanas destacam a obrigação de apoiar a defesa de Taiwan, mesmo sem relações diplomáticas formais.
Trump desembarca no final desta quarta-feira para encontros com Xi, com agenda que inclui banquete e visita a pontos turísticos, como o Templo do Céu. O esforço é ampliar a cooperação econômica e sinalizar abertura para setores estratégicos de ambos os países.
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