- Trump chegou à China para reunião com Xi Jinping em Pequim, marcado pelo retorno após nove anos e com segurança reforçada.
- O encontro no Grande Salão do Povo aborda comércio, tecnologia, Taiwan e a crise no Oriente Médio.
- A China considera Taiwan uma linha vermelha e pode reagir a qualquer venda de armas dos EUA à ilha.
- A comitiva inclui empresários como Elon Musk, Tim Cook e Jensen Huang, refletindo o peso da disputa tecnológica em IA.
- Entre os temas estão tarifas, compra de produtos agrícolas, venda de aviões Boeing, restrições tecnológicas e terras raras.
Donald Trump chegou à China para uma reunião com o presidente Xi Jinping em Pequim, em uma visita que reúne comércio, tecnologia, Taiwan e a crise no Oriente Médio. A capital chinesa amanheceu com reforço de segurança e monitoramento nas vias próximas ao hotel onde o presidente americano está hospedado.
Este é o primeiro retorno de Trump à China em nove anos. O encontro está marcado para o Grande Salão do Povo, o principal palanque diplomático do país. O momento traz peso geopolítico, com Washington buscando acordos comerciais e apoio estratégico, enquanto Pequim busca garantias sobre Taiwan, considerada pela China uma linha vermelha.
Analistas indicam que Xi não pretende repetir erros do passado e deve tentar obter concessões dos EUA. Do lado de Trump, a agenda está centrada em negócios e na atuação de uma comitiva empresarial de peso. Entre os presentes estão Elon Musk, Tim Cook, da Apple, e Jensen Huang, da NVIDIA, empresa foco da disputa tecnológica entre EUA e China.
Entre os temas em pauta estão tarifas, compras agrícolas, possível venda de aviões Boeing, restrições tecnológicas, domínio de terras raras e o papel da China diante da crise no Irã. A visita acontece em um momento de tensões comerciais e estratégicas entre as duas maiores economias do mundo, com atenção internacional aos próximos desdobramentos.
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