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Áudio de Flávio Bolsonaro sobre Banco Master impacta pré-campanha

Áudio de Flávio Bolsonaro sobre repasses ao Banco Master aumenta pressão política e eleva incerteza sobre a pré-campanha, com reflexos no mercado

Flávio Bolsonaro afirmou que buscava patrocínio privado para o filme “The Dark Horse” e negou irregularidades após divulgação de áudio envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro (Foto: Bruno Peres/Agência Brasil)
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  • Áudio de Flávio Bolsonaro sobre repasses para financiar o filme de Jair Bolsonaro gerou tensão no PL e abriu pressão por investigações sobre o Banco Master em maio de 2026.
  • No áudio, o senador cita dificuldade na produção do filme Dark Horse, fala de atrasos e risco de calote em profissionais internacionais e cita negociações de cerca de R$ 60 milhões entre fevereiro e maio de 2025.
  • Defesa de Flávio: nega irregularidades, diz tratar-se de patrocínio privado sem dinheiro público e chegou a defender CPI para investigar o Banco Master.
  • Reação da base do governo: o PT pede inquéritos, quebra de sigilos e buscas, afirmando que o áudio revela relação próxima entre o senador e o dono do Banco Master.
  • Impacto econômico e político: dólar ultrapassou R$ 5,00, Ibovespa caiu; cenário é visto como risco para a pré-candidatura de Flávio, com cobrancas de explicações por parte da direita e até possibilidade de cassação no Senado pelo grupo Missão.

O áudio divulgado traz afirmações do senador Flávio Bolsonaro cobrando repasses do banqueiro Daniel Vorcaro para financiar o filme sobre Jair Bolsonaro, intitulado Dark Horse. A gravação gerou tensões no PL e provocou respostas da oposição no Congresso, com impactos observados em maio de 2026.

Segundo o conteúdo revelado, Flávio Bolsonaro apresenta dificuldades na produção e questiona prazos de pagamento, citando risco de inadimplência com profissionais internacionais, incluindo o ator Jim Caviezel e o diretor Cyrus Nowrasteh. Estima-se que o montante envolva cerca de R$ 60 milhões entre fevereiro e maio de 2025 para a obra biográfica.

O senador negou irregularidades e tratou a denúncia como falsa. Ele afirmou que as tratativas tratam de patrocínio privado para um projeto privado, sem uso de dinheiro público ou incentivos fiscais. Em meio à pressão, Flávio chegou a defender a criação de uma CPI para investigar o Banco Master, alegando necessidade de esclarecer suspeitas.

Reações políticas

Partidos da base governista acionaram a oposição, cobrando investigações pela Polícia Federal. A defesa é pela quebra de sigilos bancário e telefônico, além de buscas, para apurar a relação entre Flávio Bolsonaro e o empresário dono do Banco Master, avaliando a necessidade de aprofundar as operações da instituição.

O episódio também repercutiu no mercado financeiro. O cenário de incerteza política fez o dólar subir acima de R$ 5,00, marcando uma das altas do ano, e o Ibovespa fechou em queda, segundo análises de mercado. Especialistas destacam que o caso pode influenciar a percepção sobre a sucessão presidencial de 2026.

Entre líderes de direita, manifestos com pedidos de explicações ganharam força. O ex-governador Romeu Zema classificou os repasses como inaceitáveis, enquanto Ronaldo Caiado solicitou transparência total sobre as cifras. Um grupo do espectro conservador chegou a defender medidas no Senado, citando possível cassação no Conselho de Ética.

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