- O presidente dos EUA, Donald Trump, chegou a Pequim na tarde de quarta-feira para uma visita de Estado oficial, recebida com tapete vermelho e uma cerimônia de boas‑vindas.
- Trump foi recebido por autoridades chinesas, incluindo o vice‑presidente Han Zheng, além de embaixadores e uma guarda de honra; estava acompanhado pela esposa, filhos e executivos de grandes empresas americanas.
- A pauta da cúpula com Xi Jinping envolve questões sensíveis como Taiwan, o conflito no Irã e a relação comercial entre os dois países.
- A administração norte‑americana busca acordos de investimento e acesso ao mercado chinês para empresas como Tesla, Apple e Boeing, em meio a tensões econômicas persistentes.
- A China, por sua vez, mantém posição de cooperação, mas ressalta a abertura de diálogo para gerenciar diferenças, com foco em evitar atritos durante a reunião.
Donald Trump chegou a Pequim nesta quarta-feira, 13, para uma visita oficial marcada por cordialidade na recepção, mas com tensões no conteúdo. O presidente dos Estados Unidos desembarcou no Air Force One, foi recebido com tapete vermelho e cumprimentos formais na presença de autoridades chinesas.
A comitiva de China incluiu o vice-presidente Han Zheng e o embaixador Xie Feng; também estiveram presentes Ma Zhaoxu, vice-ministro das Relações Exteriores, 300 jovens, uma banda militar e a guarda de honra. Trump chegou acompanhado do filho Eric, da esposa Lara, do empresário Elon Musk e de outros membros de governo.
O encontro com Xi Jinping está previsto para ocorrer nos próximos dias, em um ambiente de atritos sobre Taiwan, o Irã e a relação comercial entre as duas maiores economias. Pequim recebe a visita em meio a divergências sobre sanções ao Irã e controle de exportações de tecnologia.
Em Beijing, diplomatas chineses destacaram a conclusão de uma nova rodada de negociações comerciais iniciada na Coreia do Sul, sem detalhes. Nos EUA, Trump sinalizou desejo de ampliar acordos com a China, citando a possibilidade de grandes contratos para empresas americanas presentes na comitiva.
Entre os temas sensíveis, destacam-se vendas de armas a Taiwan, o papel de Pequim nas exportações de terras raras e tarifas. Analistas veem a cúpula como uma manobra de equilíbrio: cordial na aparência, com disputas estratégicas discretamente em pauta.
O governo chinês reforçou a importância de cooperação com os EUA para gerenciar diferenças. Em pronunciamento, o porta-voz Guo Jiakun afirmou que a China está disposta a ampliar a cooperação com os Estados Unidos.
Temas adicionais envolvem a mediação entre EUA e Irã e a abertura do Estreito de Ormuz. Wang Yi também pediu a países parceiros apoio para reduzir tensões e facilitar o diálogo entre Washington e Pequim.
A comitiva de Trump envolve não apenas líderes políticos, mas um conjunto de executivos, incluindo representantes da Tesla, Apple e Boeing. O objetivo é obter promessas de investimento e facilitar contratos no mercado chinês.
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