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Ataques no Golfo pressionam Trump sobre abertura de Hormuz na visita à China

Aumento de ataques no Golfo pressiona Trump durante viagem à China, com navio de pesquisa tomado pelo Irã e cargueiro indiano afundando, elevando risco no estreito de Hormuz

Petroleiro atracado no porto de Fujairah, nos Emirados Árabes Unidos
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  • Novos ataques no Golfo aumentam a tensão regional: um cargueiro indiano que transportava gado afundou próximo a Omã, com 14 tripulantes resgatados pela guarda costeira de Omã.
  • Um navio de pesquisa pesqueira Hui Chuan foi tomado por forças iranianas a cerca de 70 quilômetros a nordeste de Fujairah, e o contato foi interrompido.
  • Teerã, Fujairah e outros players influenciam o tráfego no estreito: o Irã já havia permitido a passagem de 30 navios desde a noite de quarta-feira, segundo fontes iranianas.
  • A viagem de Donald Trump a China resultou em nota da Casa Branca de que Xi Jinping concordou com a necessidade de manter Hormuz aberto, em meio a críticas à militarização da passagem. A ação aumenta pressão para encerrar o conflito.
  • Mesmo com avanços eventuais, as negociações entre Irã e Estados Unidos seguem sem solução, e o preço do petróleo tem registrado alta mundialmente.

Novos ataques no Golfo acirram tensões enquanto Trump visita a China e negociações envolvendo o Irã seguem em andamento. Um cargueiro indiano afundou após ser atingido em águas próximas a Omã; outro navio de pesquisa foi tomado por forças iranianas. A situação ocorre no contexto de disputas sobre a passagem pelo estreito de Hormuz.

A Casa Branca informou que o tráfego pela via marítima foi tema das conversas entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o líder chinês Xi Jinping, durante encontro em Pequim. Os dois teriam decidido pela necessidade de manter Hormuz aberto, segundo nota do governo americano.

Desde o início da guerra, Teerã impõe restrições quase totais à passagem, anteriormente responsável por cerca de 20% do comércio global de petróleo e gás. Washington mantém bloqueio a portos iranianos desde abril, elevando a pressão sobre o Irã e impactando mercados.

Separadamente, o cargueiro indi

ano que transportava gado da África para os Emirados Árabes Unidos afundou após ser atingido, com 14 tripulantes resgatados pela guarda costeira de Omã. A Vanguard, empresa de segurança marítima, aponta possibilidade de ataque por míssil ou drone.

No mesmo dia, a UKMTO informou que pessoas não autorizadas embarcaram em um navio ancorado perto de Fujairah, norte do Golfo de Omã, e o conduziram para águas iranianas. O navio de pesquisa Hui Chuan, com bandeira hondurenha, foi tomado e, segundo fontes, o contato foi perdido.

A Guarda Revolucionária Islâmica afirmou ter permitido a passagem de 30 navios pelo estreito desde a noite de quarta-feira, segundo a Fars News Agency. Apesar disso, o fluxo permanece abaixo dos níveis de antes da guerra, quando cerca de 140 embarcações cruzavam a rota diariamente.

A tensão se intensifica à medida que Teerã acusa os Emirados Árabes Unidos de participação na hostilidade na região. O Irã também mencionou uma reunião atribuída a Israel nos Emirados, que Abu Dhabi nega. O governo iraniano sustenta que países da região apoiam ações contra o Irã.

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